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    Dedos Mágicos

    Marcatti, Laudo Ferreira

    Independente
    2015
    60 páginas
    2h 0m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.6
    20 avaliações
    Leram28Lendo0Querem5Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos1Desejados5Avaliaram20

    Somente uma chuva interminável foi capaz de revelar os inusitados desdobramentos de um bizarro triângulo amoroso.

    Resenhas (2)Ver mais
    Henrique Teixeira picture
    Henrique Teixeira02/12/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Maluquice com doideira

    Como diz a introdução de Lillo Parra, essa uma história que homenageia a "cultura de bar", as histórias fantásticas que são contadas numa mesa durante a bebedeira. Após se refugiar de um temporal num bar, um homem ouve atentamente a uma história peculiar da dona. A mulher conta uma história sobre outra mulher que se sente atraída por um homem que tem, de acordo com ela, dedos mágicos. O desenrolar do conto é ácido e muito divertido, e a conclusão, surpreendente. Curti demais!

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 20
    • 5 estrelas15%
    • 4 estrelas40%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas20%
    • 1 estrelas0%
    Francisco A. Marcatti Jr. profile picture

    Francisco A. Marcatti Jr.

    Paulistano nascido em 1962, Marcatti é reconhecido como o mais podre e alucinado quadrinhista que o Brasil se ressente de já ter visto. Contabiliza 40 anos de produção desde a publicação de sua primeira HQ em agosto de 1977 (revista “Papagaio” nº 1, lançamento independente). Dono de uma pequena máquina offset adquirida em 1980, esparramou repugnância em 37 títulos (como “Lôdo”, “Mijo”, “Pântano”). Apesar disso, em 1988, recebeu o troféu Jayme Cortez (AQC-ESP) em reconhecimento ao seu apoio aos quadrinhos nacionais. Nos anos de 1980, infectou revistas como Chiclete com Banana, Circo, Mil Perigos e Monga com seu trabalho. Também denegriu editoras como a Escala (“Frauzio”: 6 números, 200 mil exemplares, distribuição nacional em bancas), Opera Graphica, Devir e Conrad. Por essa última, publicou em 2005 “Mariposa”, livro que lhe rendeu o prêmio de “Ângelo Agostini de Melhor Roteirista” (AQC-ESP) e, em 2007, a aclamada adaptação da obra “A relíquia” de Eça de Queiroz. Em 2012, ano em que foi homenageado como Grande Mestre pelo Troféu HQMix, adquiriu uma sexagenária impressora offset com o propósito de disponibilizar toda sua produção de mais dequatro décadas e continuar no repulsivo propósito de fazer o que não deve. Na CCXP19, Marcatti lançará “Inês & Pedro”, obra produzida em parceria com a historiadora Libânia Molina de Souza.

    34 Livros
    5 Seguidores

    Francisco A. Marcatti Jr.