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    Na toca da Onça

    J.R.Viviani

    Clube de Autores
    2014
    263 páginas
    8h 46m
    ISBN-13: 9788568773000
    Português Brasileiro
    5
    1 avaliação
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    Narração da vida e do cotidiano de um jogador inveterado – um viciado nas cartas do baralho, alguém que tinha o jogo correndo pelas veias e que não sabia fazer nada e nem queria, que não fosse o jogo. História que se desenrola no início dos “Anos Cinquenta” pouco depois da impetração do decreto-lei que proibiu o jogo no Brasil determinando o fechamento dos inúmeros cassinos existentes pelo país afora. Discorre sobre sua frustração e inconformismo com a indesejável nova situação, e, principalmente, da sua esperança do retorno do jogo, sem, entretanto, deixar de, pelos muitos cassinos clandestinos, continuar vivendo e jogando. O curioso e até estranho título do livro tem uma lógica e razão de ser que somente lendo a obra saber-se-á o porquê. “Na toca da Onça” e um drama romanesco de uma história vibrante e atraente, com muita ação, romantismo, sensualidade aflorando muita paixão, com momentos cômicos hilariantes e outros tantos que mostram a crueza e a realidade da vida, envolta por fatos reais da história política brasileira, culminando com um final dramático, envolvente e emocionante... Compre o livro impresso no Clube de Autores: http://tinyurl.com/oy3y7a8

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    Marcia Pimentel20/05/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Uma leitura que me fez viajar para os anos 50!

    O livro me surpreendeu muito. O autor com sua narrativa fácil e detalhada da época onde se passava a história, década de 50, os belos "Anos dourado", nos faz viver junto com Xexéu, o personagem principal, cada momento da história. Com o passar da leitura você se ver vivendo cada fato narrado pelo autor. O autor nos traz a história de um autêntico malandro dos anos 50, como o próprio autor diz, os "Anos Dourados". Um malandro típico, com o terno branco impecável, sapato preto lustrado e o chapéu branco. Um bom malandro que faz da mesa de carteado o seu escritório. Um homem apaixonado e que sabe tratar bem a mulher que ama. Tratando-a como muito carinho. "— Amélia..., não se embeleza demais não, hein! Não quero saber de concorrente. A mulher ainda no banheiro se retocando, muito feliz e agradada com o que ouviu, perguntou aos risos e também em voz alta: — Tá com ciúme, dengoso?... Esparramado na cama e olhando para o teto, ele replicou em tom alto: — Que ciúme?... Tá louca, mulher? Estou falando que não quero concorrente e não que tenho ciúme. — Ah, é?... Então tá bom! – disse ela rindo e continuou se retocando feliz como nunca por ter ouvido a lisonja que ouviu." Eu fiquei encantada com o amor com que Xavier, Xexéu para alguns, tinha para com Amélia. O carinho e o cuidado que um tem pelo o outro é muito bonito. Amélia é uma mulher muito compreensiva. Entende o "trabalho" que seu dengoso tem, esse é o nome carinhoso que ela o trata, o de ser um bom malandro. Fazia da mesa de jogos de cartas o seu escritório. E ele era tão bom no carteado que lhe choviam convites para o jogo. Depois que os cassinos foram fechados, o jogo ficou proibido e agora só podia jogar escondido. Xexéu sentia muita saudade dos cassinos, do tempo que o jogo não era proibido no Brasil. Xexéu sonhava com o dia que o jogo voltaria a ser liberado. Mas parecia que esse dia nunca chegaria. Enquanto isso Xexéu e sua nega, Amélia, viviam a vida. Mas o tempo foi passando e Xexéu cada vez mais saudoso do tempo que podia jogar sem se preocupar em ser pego e preso. O autor nos conta, com uma volta no tempo, como Xexéu se tornou um jogador e malandro, e como se tornou também o melhor jogador. Ele nos conta a infância de um menino que viveu em um cassino rodeado por prostitutas. E cansado de esperar que os políticos fizessem algo para que o jogo fosse liberado no Brasil. Xexéu resolve fazer algo ele mesmo para acelerar essa possibilidade, mas algo acontece que deixa Xexéu desolado e que acaba de vez com suas esperanças em ver o jogo liberado no Brasil. Para saber mais acesse o link ali embaixo:

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    J.R.Viviani

    O escritor, natural de São Paulo, Capital; engenheiro por formação, amante da vida por convicção e autor por opção; escreve, sem nenhuma pretensão, como um vendedor de ilusão, na expectativa de que, se não ajudar às pessoas de forma direta, possam elas se deleitar e se entreter envolvendo-se num mundo de sonhos e fantasias, lhes dando encorajamento, satisfação e prazer de viver... Visitem o blog do autor: http://vendedordeilusao.blogspot.com, onde poderão conhecer os seus livros

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    São Paulo, Brasil

    J.R.Viviani