Hey galerinha dos mangás! Finaaaalmente a estória deu uma guinada e o casal principal resolveu finalmente assumir algo.
Gente, fiquei chocada nas coisas estarem avançando até rápido, viu. Acho que no volume passado, falei nas resenhas o quanto isso raro.
Bem, nesse volume, o Sho e Chihiro (só lembro do filme) fimalmente resolveram se pegar...Isto é, assumir que se gostam e deixar as bobeiras de lado. É aquele momento básico que o leitor só falta virar um foguete e ir se lançar em direção a orbita da terra.
Agora que assumiram algo, Sho volta a fazer o que ele mais ama e se preocupa cada vez mais com sua loirinha, já que ela é alvo de toda a porra louca.
Rolam algumas briguinhas, como tudo tem que ser, mas os beijos...Mamma mia! Finalmente começamos a ver alguma ação aqui. Sinceramente não entendo qual é dos ‘Japonas’! Cadê os beijos de ‘língua’? Nada contra essas bitocas fofas, mas chega um momento que a gente fica naquela, esperando um beijo estilo Thalia na ‘Maria do Bairro’ e...Nada!
Eis uma coisa que gostei nesse mangá é que rola isso! Fiquei chocada e olhei bem para a página para ver se não tinha visto uma miragem.
Além disso, a chata da Rino continua naquela lenga lenga com o moreninho assustador. Ai, gente. Essa menina não me desce, por isso vou falar bem pouco dela. Me poupe.
Também conhecemos mais a família da heroína e só pude babar pelo irmãozinho mais novo. Coisinha ‘cute’, viu!
Conforme o romance vai surgindo, também vai vindo os clichês. Para que o Nanjo tem que surgir de novo?! Gente, deixa essa criatura no passado! Aff! Pois é, ele aparece e dá o que falar...
E que mãos bobas, Sho! Ao que parece o mocinho de santo, não tem nada.
Resumindo, esse esta sendo o melhor mangá, mesmo sendo cheios de clichês. Com certeza leirei mais!
Beijos Otakus e Otomes!