Jacques Derrida nasceu na Argélia no dia 15 de julho de 1930, filho de família judia, mas não religioso. Durante a infância, na Argélia, sofreu com a repressão anti-semita. Foi expulso do colégio por causa da redução das cotas para judeus (de 14 para 7%). Essa discriminação o marcou profundamente e sua lembrança é recorrente em suas obras. A família mudou-se para a França em 1949. Em 1952 Ele entrou na escola normal superior de Paris.
Derrida defendia a "desconstrução". A desconstrução é um método filosófico que, por intermédio da análise linguística, procura mostrar como construções culturais certos (logos) ou verdades absolutas (como Deus, razão etc.) e negar sua supremacia em relação ao seu par lógico, sem o qual não teriam sentido. Atualmente essa filosofia tem sido usada no nosso dia a dia onde tentamos descontruir o racismo, o machismo, a lgbtfobia estrutural, analisando o contexto histórico, político e linguístico a que pertencemos. Desconstrução é a palavra de ordem.
O meio filosófico e linguístico recebiam em sua época importantes colaborações, destacando nomes como Focault e Barthes, presentes na história de Derrida.
Jacques Derrida faleceu em Paris aos 74 anos, vítima de um câncer de pâncreas.