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    Return of the Crimson Guard (Malazan Empire #2) - A Novel of the Malazan Empire

    Ian C. Esslemont

    Tor Books
    2008
    720 páginas
    1d 0h 0m
    ISBN-13: 9780593058091
    3.7
    6 avaliações
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    The return of the mercenary company, the Crimson Guard, could not have come at a worse time for a Malazan Empire exhausted by warfare and weakened by betrayals and rivalries. Indeed, there are those who wonder whether the Empress Laseen might not be losing her grip on power as she faces increasing unrest as conquered kingdoms and principalities sense freedom once more. Into the seething cauldron of Quon Tali--the Empire's heartland--marches the Guard. With their return comes the memory of the Empire--and yet all is not well with the Guard itself. Elements within its elite, the Avowed, have set their sights on far greater power. There are ancient entities who also seek to further their own arcane ends. And what of the swordsman called Traveller who, with his companion Ereko, has gone in search of a confrontation from which none have ever returned? As the Guard prepares to wage war, so Laseen's own generals and mages, the 'Old Hands', grow impatient at what they see as her mismanagement of the Empire. But could Laseen have outwitted them all? Could she be using the uprisings to draw out and finally eliminate these last irksome survivors from the days of her illustrious predecesor, Kellanved?

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    Resenhas (1)Ver mais
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    Literatura em Pauta04/05/2018Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Literatura em Pauta: seu primeiro portal para críticas e notícias literárias!

    "Return of the Crimson Guard é o segundo romance de fantasia escrito por Ian C. Esslemont que complementa a narrativa principal contada na série The Malazan Book of the Fallen, de Steven Erikson. Se o volume anterior, Night of Knives era simples tanto em estrutura, quanto em temática, aqui Esslemont almeja uma complexidade similar a de Erikson, apostando na multiplicidade de pontos de vistas, tramas e conflitos. O autor, todavia, se perde em meio a sua ambição, trazendo diversos personagens mal desenvolvidos, uma prosa problemática, discussões contraditórias e um clímax equivocado. Como o título indica, a história de Return of the Crimson Guard segue o retorno da Guarda Escarlate ao jogo político, após décadas desaparecida. A Guarda é um grupo mercenário que jurou acabar com o Império Malazano e que encontra nesse juramento não somente sua razão de ser, mas seu poder e sua maldição, uma vez que os membros que realizaram os votos não conseguem morrer até que eles sejam cumpridos. Enquanto isso, aliados do antigo Imperador Kellanved se reúnem em uma rebelião contra a atual Imperatriz Laseen, que também precisa se preocupar com maquinações políticas internas, principalmente com um possível golpe de estado por seu vil conselheiro Mallick Rel. Dentro da Guarda, o ponto de vista principal é de um recruta chamado Kyle, cuja posição de iniciante permite que o personagem funcione como a ponte entre o leitor e aquele universo fantástico, com várias explicações sendo oferecidas a ele. Apesar de ser o melhor candidato a protagonista do livro – devido a estar relacionado com o grupo do título, ser o nome mais mencionado, e a abrir o primeiro capítulo –, seu arco narrativo é anticlimático. O conflito de Kyle advém de uma fatalidade que ocorre no início do romance: servindo a Guarda Escarlate, ele presencia o que parece ser o assassinato de uma divindade de sua religião, o que o torna dividido quanto a suas alianças e entorpece seus sentidos, tornando-o indiferente à violência e à morte: “He could stare at them now, at anyone dead or alive, and not see them”. Apesar de ser um tema importantíssimo para a série, essa indiferença de Kyle não é desenvolvida, sendo rapidamente descartada em prol de uma conspiração interna dentro da Guarda Escarlate, que acaba tornando-o fugitivo. A partir desse ponto, o personagem poderia ter tido qualquer personalidade e conflito interno que não faria a mínima diferença, pois Esslemont ignora o que foi apresentado até então para tratar Kyle como uma mera ferramenta para a trama, colocando-o numa busca que não é influenciada por suas características próprias. De vez em quando, o personagem lembra “Pô, mataram meu deus, né”, mas logo releva esse inconveniente e permanece fazendo as mesmas coisas. Os outros personagens não se saem melhor e há incontáveis deles. Um grupo de soldados Malazan, liderados pelo capitão Storo, por exemplo, ganha destaque no início do romance, enquanto tenta retomar e defender uma cidade do exército rebelde. Se essa trama proporciona alguns acontecimentos importantes, os personagens que a protagonizam não fazem jus a eles, mostrando-se desprovidos de qualquer complexidade. Afinal, alguns deles são definidos por seus traços marcantes: o mago Silk, por seu sorriso e segredos, e o guerreiro Rell, por sua habilidade como espadachim. Já os sabotadores nem isso, confundindo-se uns com os outros: qual a diferença entre Sunny e Shaky? Storo destaca-se unicamente por ser o líder e fazer escolhas difíceis, e Hurl, o ponto de vista principal do grupo, é caracterizada por seus traços excêntricos – como odiar cavalos – e por ser assombrada à exaustão pelas consequências do dilema que eles eventualmente enfrentam. Repetição, aliás, é um elemento constante em Return of the Crimson Guard, principalmente na composição dos personagens. O sorriso de Silk, por exemplo, é retratado em determinado momento como sedutor: “Silk answered with an enigmatic smile of his own – one that Hurl had seen turn many a girl’s head”. Apenas três páginas depois, porém, essa descrição volta: “He gave his most charming smile – the one that she’d seen never fail any female. Any except her”. E então, quatro páginas depois, ela mais uma vez só para garantir: “He flashed his most winning smile, the warm yet teasingly distant, slightly impish expression. That captured camp followers and slave girls”. Após três descrições similares da mesma característica em menos de dez páginas, espera-se que ela irá, pelo menos, impactar a trama, mas não, o sorriso de Silk é apenas o sorriso de Silk. A repetição, na realidade, só serve para marcá-lo na memória. Afinal, outros personagens não possuem a mesma sorte: como a narrativa pula entre vários pontos de vista, e ainda permanece tempo demais distante de alguns, é laborioso lembrar quem é quem. Seus nomes notadamente não contribuem para a causa, visto que parecem participar de um jogo de aliteração altamente aleatório: Shell, Shen, Sept, Silk, Su, Sour, Skinner, Smoky, Stoop, Stalker, Storo, Slate, Sunny, Sessin, Shaky, Shijel, Shellar, Shimmer. Começando com C: Cowl, Cole, Coil, Choss, Chord, Coots. Na mesma companhia da Guarda Escarlate, de apenas doze integrantes, há um Balkin, um Black, um Baker e um Bower. " Participe da discussão, conferindo a crítica completa em:

    1 curtida

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    3.7 / 6
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas17%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas17%
    Ian C. Esslemont profile picture

    Ian C. Esslemont

    Ian Cameron Esslemont (nascido em 1962) é um escritor canadense. Ele foi treinado e trabalhou como arqueólogo. Ele é mais conhecido por sua série Novels Of The Malazan Empire, que se passa no mesmo mundo da série de fantasia épica O Livro Malazano dos Caídos escrita por seu amigo e colaborador, Steven Erikson. Esslemont é o co-criador do mundo Malazan.

    15 Livros
    8 Seguidores

    Ian C. Esslemont