Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições3
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas10
    • Leitores175
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O Espiritismo Aplicado -

    Eliseu Rigonatti

    Pensamento
    2007
    82 páginas
    2h 44m
    ISBN-13: 9788531502323
    Português Brasileiro
    4.5
    47 avaliações
    Leram79Lendo16Querem77Relendo0Abandonos3Resenhas10
    Favoritos6Desejados77Avaliaram47

    Em linguagem simples e objetiva, o autor discrimina as variadas nuances que constituem a doutrina espírita aplicada em cada um de nós. Esta obra foi escrita para quem mora nas trevas profundas e anseia pelas moradas da luz; para aqueles que vivem no sufocante deserto do mal e querem mudar-se para um oasis venturoso; para quem vagueia sem rumo com o fito de indicar-lhe a estrada a palmilhar, o pouso a atingir para todos os sofredores, para dizer-lhes da valiosa herança celeste que os espera; para todos os que choram, para mostrar-lhes a consolação que os aguarda; para os pecadores, para os réprobos, para todos os que de um modo ou de outro, contrariam as leis divinas. O Pai Celestial espera-os a todos para dar-lhes novos meios de se reabilitarem ante seus olhos compassivos. O ESPIRITISMO APLICADO revela tudo isso aos olhos atentos do leitor que objetiva subir os degraus da espiritualidade maior.

    Edições (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (10)Ver mais
    Marcos picture
    Marcos26/06/2025Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Livro leve e gostoso de ler sobre a doutrina espírita. Reforça e ensina muitos conhecimentos sobre a ciência dos espíritos.

    8 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.5 / 47
    • 5 estrelas64%
    • 4 estrelas28%
    • 3 estrelas9%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Eliseu Rigonatti profile picture

    Eliseu Rigonatti

    Por Sérgio Rigonatti “Escrever sobre meu pai não é tarefa fácil para mim, porque as lembranças sobrevêm aos borbotões. Recordo-me dele escrevendo seus livros em nosso quarto (meu e de meu irmão Arnaldo) na velha escrivaninha, durante as madrugadas frias de São Paulo. Guardo com carinho nossas idas nas manhãs de domingo às aulas de Moral Cristã, ministrada no Catecismo Espírita Emmanuel, do qual foi um dos fundadores. Mesmo quando morávamos longe, em Pirituba (então um bairro distante pelos padrões da época e cuja condução única era o trem), íamos às aulas de catecismo espírita, ministrada pelos meus tios Arlindo e Maria Rigonatti. Meu pai Eliseu nasceu em Santa Cruz das Palmeiras, no Estado de São Paulo, no dia 6 de novembro de 1913. Dos 2 anos aos 10 anos de idade, morou em Barretos e, em seguida, até os 12 anos, em Itambé e, dos 12 anos aos 14 anos em Guaraci, sempre no Estado de São Paulo. Concluiu o curso primário em Barretos, tendo-o iniciado em Itambé, com o professor Amador, do qual guardava caras memórias e sempre se referia a tal mestre com muito carinho. Aos 14 anos veio para a capital de São Paulo e matriculou-se na Escola de Comércio Álvares Penteado, de onde saiu formado guarda-livro, ou seja, em contabilidade. Nesta época, trabalhava durante o dia para estudar à noite. O seu primeiro emprego foi como office boy, na oficina gráfica P. Sarcinelli, onde chegou a ocupar cargos de responsabilidade. Depois trabalhou na empresa de propaganda N.W. Ayer Son. Em seguida, trabalhou na Companhia Dental Primus, fundada por um amigo de infância de Barretos, onde permaneceu até o fechamento da mesma. Com a falência da Companhia Dental Primus, transferiu-se para São José do Rio Preto a convite do Dr. Lotf João Bassi, onde trabalhou por oito anos. Voltando a São Paulo, trabalhou com outro amigo da juventude, Aldino Garcia, na fábrica de blocos “A Camponesa”. Após certo tempo, transferiu-se para hospital psiquiátrico, onde se aposentou como administrador. Em 1939, começou a frequentar o Centro Espírita Mensageiros da Paz, onde estudou o Espiritismo e desenvolveu sua mediunidade juntamente com Corina Antunes Garagarza, Etelvina Antunes e com o auxílio do espírito José Cavalcante de Oliveira, diretor espiritual do núcleo. Foi no então Grupo Espírita Mensageiros da Paz que conheceu sua esposa Cyrennia, que era filha de Corina. Casou-se em 6 de maio de 1944 e teve três filhos: Sergio Paulo, Arnaldo e Ana Maria, a qual nasceu em São José do Rio Preto. Permaneceu no Mensageiros da Paz até mudar-se para São José do Rio Preto, onde filiou-se à Associação Espírita Allan Kardec, a qual deu o melhor de seus esforços por cerca de oito anos. Nesta ocasião, estruturou os trabalhos espirituais que eram realizados no hospital Adolfo Bezerra de Menezes. Recordo-me perfeitamente do aspecto desolador de tal hospital quando nele eu e meu pai entramos em companhia de Rubens de Campos, pela primeira vez. Todos pudemos acompanhar a transformação pela qual passou o hospital no decorrer destes anos de trabalho cujos pilares foram: dr. Orlando Van Erven, Rubens de Campos e Eliseu Rigonatti. Regressando a São Paulo, fundou a Sociedade Paulista de Estudos Espíritas, juntamente com um amigo que lhe era muito caro, Ferez Buzard, que ainda hoje o dirige. Como escritor espírita, fundou o jornal “A Infância Espírita”, cujo primeiro número veio à luz em julho de 1946. Esta publicação, se não foi a primeira, foi uma das primeiras dirigidas à criança espírita. Em decorrência de seu trabalho dentro do Espiritismo, os livros foram surgindo naturalmente: “52 Lições de Catecismo Espírita”, “O Orador Espírita”, “A Mediunidade Sem Lágrimas”, “O Evangelho dos Humildes”, “Os Meus Deveres”, “Manual Prático do Professor de Catecismo Espírita”, “O Espiritismo Aplicado”, “O Evangelho da Mediunidade”, “O Evangelho das Recordações”, “Vidas de Outrora”, “O Livro dos Espíritos para a Juventude”. Este último, é uma interessante adequação do livro básico da doutrina espírita ao nível cultural dos jovens de hoje. Concluindo, posso afirmar que mesmo durante os mais duros golpes da vida, ele passava a todos que o conheciam a imagem da fé em Deus, da esperança e da serenidade. Desencarnou em novembro de 1988. “

    16 Livros
    10 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    Eliseu Rigonatti