A história se estende em duas edições, com inspiração na loucura exposta por Stevenson no clássico "O médico e o Monstro". Vemos Batman investigando caso em que um homem assassinou brutalmente a família, despertando questionamentos. Tem correlação com droga estudada por um pesquisador que, a la Doutor Jackyl, está convencido da dualidade de todos e capacidade de eliminar a parte maligna de maneira medicamentosa. Tal qual o clássico as coisas não dão certo, aflorando personalidade psicopata.
Em paralelo, vemos também o Duas-Caras entrando em cena, mostrando o conhecido lado sombrio e outro como se fosse dominado pelo mau, numa forma de tentar exemplificar o dualismo na história.. Ocorre a fuga do facínora do Harkhan e o Morcego se torna vítima da droga, ficando a mercê do bandido, perturbado por seus medos e traumas... Será que a tal droga aflorará um monstro? Ou a forma como lidamos com a história é o fator determinante? Um dos aspectos instigantes na HQ...
Tudo é idealizado para percepção de realidade tortuosa, sombria, suja e doentia em cada imagem.
Leitura na quarentena em Macapá, fase da flexibilização...