Doctor Who: Island Of Death (Past Doctor Adventures)

    Barry Letts

    BBC Books
    2005
    281 páginas
    9h 22m
    ISBN-13: 9780563486312

    A New Age cult workships a hideous god — or is it a demon? Called the Skang. What possible connection can it have with the mysterious corpse on Hampstead Heath? Sarah Jane Smith enlists the help of the Third Doctor and the Brigadier, and their investigations take them haflway across the world, to a remote island that has been turned into a paradise for the followers of the cult. But the island is not what it seens, and neither the Skang itself, and the Doctor and his companions are faced with the task of saving not only the devotees but the whole of mankind from a loathsome death.

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    Nil Lima29/04/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Uma deliciosa aventura com o Terceiro Doutor, a Sarah Jane Smith e o Brigadeiro!

    Decidi embarcar nesta leitura principalmente porque encontrei uma avaliação positiva que afirmava que o autor conseguiu capturar com maestria a relação do Terceiro Doutor com a Sarah Jane Smith e com o Brigadeiro. Com esse trio maravilhoso em cena, já esperava que seria agraciada com momentos bastante divertidos e inusitados. Creio, alados meus, que essa seja exatamente a maior qualidade de "Island of Death": os personagens principais agem de forma tão igual ao seu respectivo comportamento no seriado que é praticamente como se estivéssemos assistindo a um arco como qualquer outro. Dou ênfase às brigas entre o Doutor e o Brigadeiro (sempre muito épicas) e a visão da Sarah Jane sobre as coisas. Admiro muito a Sarah como companion, ela provou ser forte, sagaz e não ter medo de enfrentar desafios ao investigar os mistérios por conta própria (além de sua curiosidade implacável, claro). Aliás, acabei de assistir a despedida dela e ja estou com saudades... Voltando ao enredo em si, o livro é escrito em terceira pessoa, alternando entre o ponto de vista de praticamente todos os personagens importantes, o que reforçou mais ainda a semelhança com a série. Um ponto negativo que eu posso citar é o grande uso do Discurso Indireto Livre (quando o pensamento do personagem é inserido no meio da narração sem aviso prévio), isso fez com que no início da leitura eu tivesse um pouco de dificuldade em entender as sentenças (mais por culpa minha do que por causa do autor, claro), mas a partir da metade já estava curtindo o estilo. Outra coisa que acontece bastante é o uso de gírias e expressões idiomáticas. Como usei o "Oxford Dictionary of English" (que já vem embutido no Kindle), não tive muitas dificuldades em achar os significados, pois este dicionário inclui colóquios britânicos e americanos, várias expressões usadas comumente e tudo mais; mas quem não tem um bom "pai dos burros" e não for fluente em inglês pode se embolar um pouco na hora de ler. O livro tem quatro momentos e vou falar apenas sobre o primeiro para não gerar spoiler: Como a maioria das aventuras do Doutor, tudo começa na Inglaterra, quando a Sarah começa a investigar para uma matéria jornalística um culto misterioso que tem atraído jovens ricos e inteligentes para adorarem uma divindade com a aparência de inseto, chamado "O Grande Skang"; e utilizando-se, inclusive, de uma bebida alucinógena para convencê-los de que a seita do Grande Skang é a melhor coisa do mundo. Continue lendo a resenha no link abaixo:

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