Aníbal recebe, mensalmente e muito a contragosto, cartas de um anônimo, relatando suas histórias de vida, cercada de mistérios, conspirações, facções e lembranças. Cada carta torna-se um capítulo no romance, narradas ora por Aníbal, ora pelo autor das cartas, o misterioso homem filho de mestre Guaraci. Trecho de início da segunda carta - presente na contracapa do livro O tempo passa, e com ele cresci, e cada erro cometido e grande feito que realizamos nos deixa uma marca eterna no espírito. Felizes são os engenheiros das próprias almas, que esquecem e conseguem rasurar e remontar suas memórias. Tudo em nós, neste presente vivo, é o encontro das nossas cicatrizes do passado com as nossas tentativas de promessas para o futuro. Descrição Narrativa intensa e atraente; leitura prazerosa e marcada pela ânsia de cada nova revelação do enigmático missivista.

