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    Beat (Life on Stage #2) -

    Vi Keeland

    CreateSpace Independent Publishing Platform
    2015
    280 páginas
    9h 20m
    ISBN-13: 9781507641569
    3.6
    205 avaliações
    Leram337Lendo3Querem165Relendo0Abandonos9Resenhas16
    Favoritos9Desejados165Avaliaram205

    From New York Times and USA Today Bestseller Vi Keeland comes a steamy new story about a rockstar. Or two. Dimpled smile of a boy Hard body of a man Sings like an angel Fucks like the devil I was stuck between a rock(star) and a hard place. At fifteen, his poster hung on my bedroom wall. At twenty-five his body hovered over mine. Every girl’s fantasy became my reality. I was dating a rockstar. Yet I was slowly falling for another man. The problem was—the two men—they shared a tour bus. Flynn Beckham was the opening act. Dylan Ryder was the headliner. What happens when the opening act begins to shine so bright, it seems to dim everything else in its wake? I’ll tell you what happens. Things get ugly.

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    Resenhas (16)Ver mais
    Alessandra Barbosa Garcia picture
    Alessandra Barbosa Garcia12/04/2017Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Traição quando é cometida pelos protagonistas é justificável e romântico?

    Um flerte no bar de Lucky o Lucky’s é o inicio da história de Lucky e Flynn. Faíscas voam entre eles e parece que dali vai sair um romance quente e promissor... só que não é tão simples assim. Lucky, uma jovem mulher que sempre esteve envolvida no meio da música por intermédio de seu pai e sua mãe. Conheceu seu namorado (sim, ela tem namorado) Dylan Ryder lá no bar de seu pai. Dylan é seu ídolo adolescente e paixão da adolescência. O pôster do cantor quente do rock sempre esteve lá exposição em sua parede e sempre rendeu seus mais loucos sonhos. E ela realiza esse sonho, esta com Dylan e vive uma relação aparentemente estável. Claro que ele vive na estrada, mas isso não parece importar. O destino começa a brincar com ela quando Flynn Beckham entra em seu bar com toda sua seduzência. E se encanta com aquele cara sexy, engraçado, bom papo e ali começa uma atração forte e quase irresistível. O destino, aquele fanfarrão, prega uma peça em Lucky. A banda Easy Ryder do seu namorado Dylan, está contratando uma nova banda para fazer a abertura de seus shows e a banda de quem é contratada? Yep! In Like Flynn, a banda do gostoso Flynn Beckham. Além de fazer parte da turnê para abrir os shows, Flynn começa a fazer a substituição de um dos membros da banda que precisou se afastar, ou seja, ele está no mesmo ônibus e assim, mais próximo. Lucky é uma treinadora vocal e como Flynn esta se recuperando de um problema na garganta, Lucky é contratada pela gerencia da banda para acompanhar e ajudar Flynn a estar 100% para os shows. Lucky, que tinha o sonho de ser cantora, e é uma excelente cantora, tem trauma de palco. Durante sua apresentação de estreia, uma tragédia a fez ter uma grave fobia de se apresentar para as pessoas e ela faz terapia, e a passos de bebê tenta superar seu medo e encontra em Flynn, a ajuda e força extra que precisava. A relação deles cresce e cresce, a amizade é forte, mas a atração é maior ainda. A partir daqui, começa meu desabafo pessoal em relação ao livro. Não quer dizer que todos devem concordar comigo ou que isso é verdade absoluta. É só a maneira que sinto sobre esse tema. Então chegamos no ponto que me incomoda. Traição. Lucky e Dylan namoram há um ano, ela vai com ele na turnê pelo emprego que ele deu um jeito dela conseguir para eles ficarem próximos durante a turnê. Ela gosta dele, a adolescente dentro dela ainda suspira pelo cantor que ela admirava e se tornou o seu tão sonhado namorado. E ela, mesmo sentindo a atração enorme pelo Flynn, reluta em dar um ponto final na relação com Dylan. Flynn tem um histórico de traição em sua família. Sua mãe e sua irmã, sofreram nas mãos de traidores que destruíram seus casamentos. Ambas foram deixadas com seus filhos para criar sozinha. Então ele sabe o quão triste essa posição é. E ele não quer ser o outro cara. Mas no fim não resiste e é esse cara. O que me incomodou é; O Dylan não era o namorado que ela pensava, ele não era príncipe. Mas no momento que ela faz a escolha, ela não sabia. Então traiu e continuou traindo aquele namorado que era ‘perfeito’, Flynn também ao jogar as coisas para o alto e se render ao amor por Lucky, jogou fora os ideais e princípios que o guiavam, de nunca ser o outro, nunca se envolver no relacionamento alheio. Pra mim, Lucky tinha muito da Kiera da Trilogia Rock Star. Em um certo momento foi cômodo pra ela, tinha o Dylan e tinha o Flynn. Saia da cama do Dylan e ia tomar da manhã com o Flynn. Conversava com o Flynn de verdade, ele era o cara que a entendia, que a ajudava a superar seus medos. Mas mesmo assim, ela demora uma vida pra realmente escolher Flynn. Ah, mas ela temia pela carreira dele. Nada que uma conversa franca com ele e um apoiar o outro não resolvesse. O livro não é ruim, eu gosto da Vi Kelland. O que não gosto é que o que bate em Chico não bater em Francisco sabe? Dylan é canalha e ela e Flynn não. Todos são traidores. Não existe meia traição, existe traição e ponto.

    15 curtidas

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    3.6 / 205
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    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas4%
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    Vi Keeland

    Vi Keeland é um​a​ nova-iorquin​a, ​mãe de três filhos, que ocupam a maior parte​ do seu tempo livre, o que ela reclama muitas vezes, mas não ​trocaria por nada nesse mundo. Ela é um​a​ leito​ra ávid​a e ​é conhecida ​por ler ​em​ seu Kindle ​ao parar ​em semáforos, ​salões de beleza, ​enquanto limpa a casa ou durante suas caminhadas, ​em​ eventos esportivos e, freqüentemente, enquanto finge trabalhar. ​Ela é um​a​ advogad​a​ chat​a ​de dia e uma emocionante ​autora Best-Seller do ​New York Times e ​USA Today à noite!

    98 Livros
    863 Seguidores
    Nova Iorque, Estados Unidos

    Vi Keeland