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    The Last Star (The Fifth Wave #3) -

    Rick Yancey

    Penguin
    2016
    388 páginas
    12h 56m
    ISBN-13: 9780399162435
    3.5
    1451 avaliações
    Leram2252Lendo95Querem2318Relendo3Abandonos94Resenhas135
    Favoritos10Desejados2318Avaliaram1451

    We’re here, then we’re gone, and that was true before they came. That’s always been true. The Others didn’t invent death; they just perfected it. Gave death a face to put back in our face, because they knew that was the only way to crush us. It won’t end on any continent or ocean, no mountain or plain, jungle or desert. It will end where it began, where it had been from the beginning, on the battlefield of the last beating human heart. Master storyteller Rick Yancey invokes triumph, loss, and unrelenting action as the fate of the planet is decided in the conclusion to this epic series.

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    Tamirez Santos29/08/2018Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    A Última Estrela

    Chegar ao fim de uma trilogia ou série é sempre um momento de expectativas. No caso da 5ª Onda e das revelações que nos foram dadas no fim do segundo livro, acho que ela estava ainda maior. Nunca antes me senti tão enganada por uma sinopse, como com esses livros. Mas, não de uma maneira ruim, mas sim porque nunca tinha visto ela ser desmascarada dentro do próprio livro, pra compor a história central. Quando cheguei ao fim do livro encarei seu final com dois corações: o de satisfação, por ter gostado de como algumas coisas caminharam e claro, a finalização de uma etapa; mas também um fiapinho de incomodo, por ter esperado demais de Rick Yancey. Depois que se lê um número grande de distopias, o leitor é capaz de identificar as fórmulas ou semelhanças entre elas e, dentre tudo que já li, sempre uma coisa me atormenta. No gênero vemos o mundo destruído, mas o “mundo” sempre se resume ao ovo onde a história se passa, raramente indo além, interligando países, culturas ou até mesmo estados. Parece que a catástrofe veio com uma redoma. E sim, tenho em mente que as comunicações sempre são cortadas e coisas assim, mas excepcionalmente quando vemos que há a oportunidade de apresentar esse ângulo e ela é perdida, a frustração vence. “Sempre foi desse jeito, eu quis lhe dizer. Suportamos o insuportável. Toleramos o intolerável. Fazemos o que precisa ser feito até que nós mesmos nos desfaçamos.” Sei já que A Última Estrela não vai agradar todos os fãs da trilogia, seu final e a forma como o autor conduz as coisas para os protagonistas pode deixar muita gente super chateada. Eu compreendi. Raramente me apego a personagens ao ponto de sofrer muito com sua partida, a história continua e se for pra ela se engrandecer, que cortem-se as cabeças, sim. Mas sei que os leitores são apegados e ver alguns personagens não terminando a trama aqui vai ser de partir o coração. Cassie, mais do que nunca estava muito fora de sintonia nesse livro. Não sei se foi porque conhecemos ela tão profundamente no primeiro livro e ela mudou tanto, que quando perdemos seu ponto de vista mais contínuo, acabamos perdendo um pouco do link com ela. A personagem que antes era motivada somente pela busca pelo irmão, aqui também é motivada pelo amor e por salvação para aqueles que ama. Mas, sendo o que for, ninguém pode negar que seja corajosa. “Essa era a coisa que acontecia entre nós, a coisa que nenhum de nós conseguia identificar, o elo inquebrável entre amor e medo. Evan é o amor. Eu sou o medo.” Evan tem pouco destaque e só chama verdadeiramente a atenção quando sequer “é ele mesmo”. E seu destino não me satisfez, ao mesmo tempo em que não consigo pensar em outra pessoa pra realizar o que ele decide fazer quando chegamos ao fim. Como eu disse, dois corações. Em A Última Estrela, mais uma vez, quem toma o centro da história é Especialista. É ela que detém a verdade e o poder de esclarecer ou não e também de matar ou deixar viver. Ver a interação dela com a Cassie, uma personagem que sempre foi muito coração é super interessante. São duas jovens muito diferentes que tem um mesmo objetivo: sobreviver. E ao ponto em que chegamos ao fim do livro, o espetáculo é todo delas. Quanto a situação onde os personagens se encontram quando as páginas acabam, queria um pouco mais de entusiasmo e luta, queria a busca por mais, pela reconstrução, pelo novo. Também não vamos ai, mas depois de tudo, parece que até mesmo os personagens cansaram de lutar. Confesso que esperava mais, mas também não foi uma decepção. O autor fechou a história dentro do cenário que criou sem se agarrar às oportunidades de ir além e o leitor, obviamente, vai ter que se contentar com isso. Acho que ter lido essa trilogia me fez ainda mais crítica, principalmente a não acreditar em tudo que nos é apresentado como verdade, até pelo autor. As surpresas em um livro podem vir de todas as formas e acho que o que Rick Yancey proporcionou aos leitores em seus livros foi verdadeiramente um plot twist jamais esperado. Por essa experiência fica minha recomendação e minhas quatro estrelas, encerrando mais essa jornada.

    31 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 1451
    • 5 estrelas20%
    • 4 estrelas27%
    • 3 estrelas34%
    • 2 estrelas16%
    • 1 estrelas4%
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    Rick Yancey

    Rick Yancey é autor de dois livros para adultos: um romance e umas memórias. É também um experiente argumentista e foi, durante anos, crítico de teatro. As Extraordinárias Aventuras de Alfred Kropp é o seu primeiro livro para jovens, nascido do seu desejo de conjugar a sua paixão por espadas com o seu fascínio pela lenda de Excalibur – a mítica espada do rei Artur. Vive em Knoxville (Tennessee, EUA), com a mulher e três filhos. Grande parte da história de Alfred Kropp foi escrita durante os treinos de futebol e karate dos filhos.

    46 Livros
    265 Seguidores
    Florida, EUA

    Rick Yancey