Bruxaria Corporativa - Uma fábula do mundo dos negócios

    Richard Whiteley

    Campus / Elsevier
    2002
    224 páginas
    7h 28m
    ISBN-10: 8535209808
    Português Brasileiro

    Esta é uma inspiradora fábula sobre o mundo dos negócios em que um xamã, trabalhando como consultor de gestão, ajuda a renovar uma corporação enfraquecida. Uma empresa de alta tecnologia em dificuldades não está conseguindo cumprir suas metas financeiras. O CEO da empresa, Leon King, prometeu a Wall Street lucros que são mais desejo do que realidade. Ele tem se tornado cada vez mais agressivo, transacional e acusatório com sua equipe. Os executivos da empresa estão num beco sem saída e a empresa está perdendo o controle rapidamente. O único funcionário que parece não ser afetado pelas táticas de controle e intimidação de King é Jason Hand, um coach executivo recém-contratado.Jason emerge como "o xamã corporativo", treinado nas técnicas ancestrais de restaurar o equilíbrio das pessoas e das organizações. Seu conhecimento e uso de espíritos animais fortalece os funcionários da empresa. Os trabalhadores começam a descobrir e utilizar seus "poderes animais" que incluem: Carneiro - insight lógico em questões de negócios; Lontra - jovialidade intelectual; Lobo - poder e equilíbrio pessoais. Com a ajuda de Jason Hand, King inicia um processo transformacional e se torna um líder melhor.

    Resenhas (1)Ver mais
    Felipe Moitta picture
    Felipe Moitta31/05/2010Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Do meu ponto de vista, o autor teve uma excelente ideia quanto à utilização de tecnicas xamãnicas no meio corporativo, mas o enredo que criou para exemplificar isto ficou fraco. O livro é interessante, e a historia tem um potencial muito maior do que foi explorado.. parece superficial, apenas arranhando um tema numa historia que não envolve pela falta de informações sobre personagens e etc. Ainda assim, sugere que todos temos acesso à animais de poder, espiritos ou "mascotes", figuras que representam certas atitudes e estados da mente que são muito uteis em dadas situações. Há uma parte no final do livro com o intuito de facilitar a jornada de descoberta do animal de poder do leitor. Acho esse ponto interessante, de termos ideiais representados por animais (ou outra coisa) para nos lembrarmos de certas atitudes e dar forças para certas tarefas, uma alegoria do que sentiamos qunado resolvemos fazer aquilo. No livro um grupo escolhe como mascote a figura do lobo, pois reprensenta a força de um individuo isolado, mas ainda assim a lealdade à matilha, à familia, a diciplina e disposição ao trabalho em equipe e etc.

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