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    El Árabe (The Sheik Saga #1)

    E. M. Hull

    B0058DE6KY
    1941
    253 páginas
    8h 26m
    ISBN-10: B0058DE6KY
    Espanhol
    2.5
    1 avaliação
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    Diana Mayo es una elegante, inteligente y a su vez independiente dama de sociedad londinense y esta aburrida de su vida social y sus pretendientes, razón por la cual decide hacer un viaje por el desierto árabe sin hacer caso a las advertencias de su hermano. Al segundo día, Diana es secuestrada por el poderoso Ahmed Ben Hassan, El Árabe. La obliga a entregarse y doblegarse, pero cuanto Diana más se resiste, más se enamora del Árabe. La aventura de Diana continúa cuando es secuestrada y casi asesinada por uno de los grandes enemigos de El Árabe en un plan tramado por Zardia, una celosa amante.

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    Menina com Livros25/04/2015Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Em se tratando de um romance escrito em 1919, com certeza muito a frente dos costumes da época! . É claro que há fortes cenas de prepotência masculina, afinal de contas o protagonista é um SHEIK ÁRABE, e como podemos presenciar em muitos países de cultura similar, a preponderância masculina é célebre até hoje, imagine então em 1919, época em que foi lançado o livro! Creio que E.M. Hull era uma mente aberta para discorrer uma história com um toque de sensualidade destoante para os padrões da época, tanto que quando publicado pela primeira vez não havia nada semelhante a ele e para os leitores da época a história era escandalosa, exótica, e voraz. Para críticos, o livro era "chocante", embora escrito com "um alto grau de habilidade literária." Este livro chegou a ser rotulado como "venenosamente lascivo" e até proibido em algumas comunidades. Mas o público continuou lendo. E a influência do Sheik em escritores de romance e leitores continuou a ressoar indiscutivelmente. Como no caso da autora Florencia Bonelli. Florencia Bonelli declarou que foi justamente "El Árabe" que marcou o momento decisivo na sua vida, e pelo qual hoje é escritora. E o meu próprio caso, que decidir ler este livro justamente por esse comentário de Bonelli. E foi uma leitura que, deveras, calou fundo em minha alma leitora. Obs.: Fonte de alguns dados citados - Goodreads / The Sheik, disponível em: https://www.goodreads.com/book/show/257034.The_Sheik?ac=1

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    Edith Maud Hull profile picture

    Edith Maud Hull

    Edith Maud Henderson nasceu em 16 de agosto de 1880 no bairro de Hampstead, Londres, Inglaterra, Reino Unido, filha de Katie Thorne, de New Brunswick, no Canadá e James Henderson, um armador de Liverpool (ou Nova Yorque, segundo algumas fontes). Quando criança, ela viajou muito com seus pais, inclusive para distante Argélia - cenário dos seus romances. Em 1899, ela se casou com Percy Winstanley Hull (n. 1869) em Londres, e o casal se mudou para Derbyshire no início de 1900. Eles tiveram uma filha Cecil Winstanley Hull, que também escreveu um livro "Six Weeks na Argélia" (1930). Ela se envolveu em escrever ficção no final da década de 1910, enquanto o marido estava fora servindo na Primeira Guerra Mundial. O Sheik, seu primeiro trabalho, foi publicado pela primeira vez na Inglaterra em 1919 e rapidamente se tornou um sucesso de público internacional, colocando entre os dez mais vendidos da Publishers Weekly para ambos os anos de 1921 e 1922. Este volume rapidamente vendeu mais de 1,2 milhões de cópias em todo o mundo. As vendas aumentaram ainda mais quando a Paramount lançou uma versão para o cinema de "O Sheik", em 1921, que lançou Rudolph Valentino para a imortalidade como o maior "amante" do cinema mudo. Ela morreu aos 66 anos, em 11 de Fevereiro de 1947, em Hazelwood, nos arredores de Duffield, Derbyshire.

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    3 Seguidores
    Inglaterra, Reino Unido

    Edith Maud Hull