Há cerca de um ano presto atenção nos livros dessa autora, porque li duas histórias incríveis dela, mas depois ela errou a mão em outros, então deixei quieto.
Porém, como esse faz parte de uma série, resolvi arriscar e não me arrependi. Nessa história, temos o casal Tiffany e Ryzard. Ela, uma mulher extremamente rica e poderosa, que sofreu um acidente no dia do casamento e que além de perder o noivo, ainda ficou com o rosto e o corpo cheio de cicatrizes. Como o Clube Q Virtus pede um certo anonimato, ela entra na festa mascarada e pode voltar a curtir, como há tempos não acontecia, por causa das cicatrizes.
O Ryzard cresceu longe de casa, a Bregnovia, que ainda não era um país independente, devido à situação explosiva de lá, mas quando fica adulto, acaba voltando pra lá e participando de uma guerra civil para conseguir a independência. Ele acaba sem a mulher que amava e como governante da Bregnovia. O objetivo dele é conseguir que Bregnovia seja reconhecido na ONU e no resto do mundo como um verdadeiro país independente e livre.
A Tiffany foi lá justamente pra conversar com o Ryzard a respeito de investimentos de sua empresa no futuro país, com a condição de que ela apoiasse o Ryzard em sua luta para conseguir o reconhecimento do mundo com relação à Bregnovia.
Mas antes que eles tenham a reunião, eles se conhecem na festa e conversa vai, conversa vem, acabam passando a noite juntos. O Ryzard quando se dá conta de quem é a mulher que ele conheceu, lógico que vem com as acusações de praxe, mas ela consegue calar a boca dele rapidinho, mesmo porque ele precisava mais dela do que ela dele.
Ela aceita participar junto com ele de reuniões em embaixadas para apoiar a independência de Bregnovia, mas tem a sombra da mulher que ele amava entre eles. O Ryzard achava que seria uma traição à tal mulher ele se apaixonar de novo.
Ela vai embora, mas devido a uma explosão em uma mina em Bregnovia, ela volta para ajudá-lo, pois já passou por situação semelhante quando sofreu o acidente e o Ryzard enfim enxerga que pode amar outra mulher, sem esquecer da mulher que o recebeu quando ele voltou ao país e fez com que ele tivesse coragem de lutar pela sua independência.