É o que senti ao terminar esse livro, foi um ótima conclusão, sem pontas soltas, sem soluções mágicas, com uma trama bem construída e bem desenvolvida. A história dá um salto de nove meses, e foi importante para demonstrar o amadurecimento dos personagens.
A Kailtlyn cresceu, fez mudanças importantes na sua vida e está finalmente perseguindo seus sonhos e não o que se espera da filha/neta de grandes realizadores.
A mãe-robô faz algumas tentativas para ser mais humana e quase se parece a um, a melhor parte é quando ela admite que não tem "jeito" para ser mãe, ao menos não é alienada a suas limitações. O pai da Kaitlyn continua sendo um querido e você entende porque ela não é completamente ferrada e de onde vem sua empatia e seu lado generoso.
Martin também cresceu e apareceu. Ele aprendeu com seus erros e fez mudanças para melhor, mas como a Kaitlyn, não perdeu sua essência.
O Martin e a Kaitlyn estão tentando se reaproximar mesmo que seja como amigos. Logo fica claro para os dois que eles ainda tem sentimentos um pelo outro, mas os dois estão cautelosos e isso gera algumas confusões.
Gostei que mesmo enquanto eles tentando ser amigos você vê a relação se construindo e o quanto os dois amadureceram, mas ainda assim são personagens condizentes com suas idades.
Foi uma boa trilogia, com um desfecho previsível, mas mesmo assim adorável de ler. Os personagens cresceram ao longo dos livros, mas não perderam a essência de quem eram. Não houve super vilões transformados, o que me irrita profundamente, porque algumas pessoas estão além da redenção, como o pai do Martin e sua madrasta.
Enfim, adorei os livros e a escrita dessa autora, super recomendo a trilogia e ansiosa para ler mais livros de sua autoria.