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    De que Falamos Quando Falamos de Amor

    Raymond Carver

    Editorial Teorema
    1988
    166 páginas
    5h 32m
    ISBN-13: 9789726954415
    Português
    4
    31 avaliações
    Leram50Lendo17Querem431Relendo2Abandonos1Resenhas3
    Favoritos6Desejados431Avaliaram31

    Esta reedição, tal com a restante obra , são a demonstração cabal da razão que assistia a Michael Wood quando escreveu no New York Times: "Ele (Carver) fez o que muitos dos mais talentosos escritores não conseguem fazer: inventou um país proprio."

    Resenhas (3)Ver mais
    Rafael Aguiar picture
    Rafael Aguiar03/12/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Outro nível

    Meus preferidos: TANTA ÁGUA TÃO PERTO DE CASA POR QUE NÃO DANÇAM? A TERCEIRA COISA QUE MATOU MEU PAI DIGA ÀS MULHERES QUE A GENTE VAI DAR UMA VOLTA VISOR Bom, mas muito bom mesmo. A escrita do Carver é as vezes tão objetiva como se fosse um roteiro de peça, mas muito elegante. Os contos tem o tamanho certo, nenhum parágrafo fica fora de lugar. Os temas são recorrentes: divórcio (abandono), início da velhice e crise no casamento. Outra coisa que eu adorei foram os títulos: meticulosamente bem escolhidos. Preciso reler.

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 31
    • 5 estrelas32%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas32%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas0%
    Raymond Clevie Carver, Jr. profile picture

    Raymond Clevie Carver, Jr.

    Carver estudou por um tempo com o escritor e teórico John Gardner na Chico State College em Chico, Califórnia. Publicou um grande número de contos em diversos periódicos, incluindo The New Yorker e Esquire, contos que mais tarde foram reunidos em livros. Suas histórias têm sido incluídas nas mais importantes coleções norte-americanas, como Best American Short Stories and O. Henry Prize Stories. A escrita de Carver é normalmente associada ao minimalismo. Seu editor na Esquire, Gordon Lish, foi fundamental neste processo. Por exemplo, quando Gardner aconselhava Carver a usar 15 palavras ao invés de 25, Lish aconselhava Carver a usar 5 no lugar de 15. Durante este tempo, Carver também submeteu suas poesias a James Dickey, então editor de poesia da Esquire.

    24 Livros
    34 Seguidores
    Oregon, EUA

    Raymond Clevie Carver, Jr.