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    Memórias sentimentais de João Miramar

    Oswald de Andrade

    Globo Livros
    2015
    186 páginas
    6h 12m
    ISBN-13: 9788525039187
    Português Brasileiro
    2.6
    7 avaliações
    Leram16Lendo1Querem9Relendo1Abandonos1Resenhas1
    Favoritos0Desejados9Avaliaram7

    Esta obra é um traçado autobiográfico do personagem Miramar, contido em 163 capítulos e condensado em imagens da infância, adolescência e idade adulta. São tomadas-relâmpago que contemplam o cotidiano familiar, amores, amizades, desafetos, negócios, aventuras, excursões pelo Velho Mundo, flagrantes do Rio de Janeiro e o dia a dia da cidade de São Paulo, onde mora o protagonista.

    Resenhas (1)Ver mais
    Lewton Machado Rodrigues picture
    Lewton Machado Rodrigues23/11/2025Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Leitura complexa

    É um livro muito difícil de ler. Vi na internet a discussão sobre e realmente ele foi feito com essa finalidade. Linguagem de troca de telegramas, sem vírgula, sem pontuação. O legal são os trocadilhos com várias palavras e expressões. Essas valem a pena. No final tem algumas páginas com a biografia do autor. Achei super interessante conhecer a história dele, várias viagens, casamentos, brigas, publicações. Foi o proveitoso do livro.

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    2.6 / 7
    • 5 estrelas14%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas29%
    • 2 estrelas43%
    • 1 estrelas14%
    José Oswald de Sousa Andrade Nogueira  profile picture

    José Oswald de Sousa Andrade Nogueira

    Articulador e ativo participante do modernismo lançado em 1922, Oswald de Andrade foi o escritor mais rebelde de todo o movimento e o que mais tendeu, em sua prática, à formulação de utopias. Assumindo posturas radicais de esquerda, quis revolucionar não só a arte, mas também os costumes, as instituições e a vida social como um todo. De família rica, José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo SP em 11 de janeiro de 1890. Iniciando-se no jornalismo em 1909, como crítico teatral, em 1912 viajou pela primeira vez à Europa, de onde voltou com uma estudante francesa, Kamiá, a primeira de suas várias mulheres, e novidades de vanguarda como o "Manifesto futurista" de Marinetti. Bacharel em direito (1918), tornou-se amigo de Mário de Andrade, a quem lançou pelo Jornal do Comércio através do artigo "O meu poeta futurista". Em 1923, passou nova temporada na Europa, vivendo com a pintora Tarsila do Amaral, com quem mais tarde formalizaria o casamento. Lá conheceu importantes renovadores das linguagens artísticas, como Picasso, Blaise Cendrars, Erik Satie, Léger, Cocteau e Brancusi. Em 1924, publicou Memórias Sentimentais de João Miramar, um de seus livros mais conhecidos, e o "Manifesto da poesia pau-brasil", de ampla repercussão. Em Paris publicou Poesia pau-brasil (1925). Após viajar pelo Oriente Médio, retomou em São Paulo a atividade jornalística e lançou A estrela de absinto (1927; um dos romances da Trilogia do exílio). Colaborador assíduo dos principais veículos da pregação modernista, como as revistas Klaxon e Verde, fundou em 1928, com Raul Bopp e Antônio de Alcântara Machado, a Revista de Antropofagia, que já em seu número inicial divulgou um dos textos mais polêmicos de Oswald, o "Manifesto antropófago". Dissidente, a essa altura, do grupo mais ligado a Mário de Andrade, lançou nesse texto, "contra todos os importadores de consciência enlatada", um de seus lemas de maior futuro: "Tupy or not tupy, that is the question." Em 1931, ingressou no Partido Comunista Brasileiro e começou a escrever sobre política. Separado de Tarsila e vivendo com Patrícia Galvão (Pagu), precursora do feminismo, fundou com ela O homem do povo, periódico de curta duração que pregava a luta operária. Casou-se outras duas vezes, candidatou-se em vão à Academia Brasileira de Letras e publicou intensamente: Serafim Ponte Grande (1933), O homem e o cavalo (1934), A escada vermelha (1934), A morta (1937), O rei da vela (1937), Marco Zero: a revolução melancólica (1943). Sempre rebelde e contestado por seus contemporâneos, Oswald de Andrade morreu em São Paulo em 22 de outubro de 1954, ano da publicação de suas memórias, Um homem sem profissão, sob as ordens de mamãe. Cerca de dez anos depois, sua obra nada canônica começou a ser revalorizada pelos intelectuais concretistas e pelos movimentos de poesia jovem

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    São Paulo, Brasil

    José Oswald de Sousa Andrade Nogueira