Ortodoxia (Clássicos) -

    G. K. Chesterton

    Mundo Cristão
    2013
    247 páginas
    8h 14m
    ISBN-13: 9788573258707
    Português Brasileiro

    O marco do pensamento cristão do século XX "Chesterton (1874-1936) faz neste livro uma autobiografia espiritual, em que o núcleo da crença cristã se apresenta como suficiente arcabouço para conferir sentido à existência humana." O Estado de São Paulo "Um século depois de sua aparição, o livro mantém todo o seu frescor e novidade." Marcelo Coelho (Folha de São Paulo) "Um verdadeiro 'tour de force', em termos de inteligência e de humor." Moacyr Scliar (Folha de São Paulo) "Publicado em 1909, Ortodoxia é a melhor síntese de seu pensamento sobre a religião." Revista Veja "Leiam, por amor à inteligência, Ortodoxia, que acaba de ser relançado pela editora Mundo Cristão." Reinaldo Azevedo "Uma eloqüente apologia do cristianismo contra as filosofias e doutrinas do início do século XX." O Globo "O ensaísmo de Chesterton me atrai por sua arte argumentativa." Daniel Piza (O Estado de São Paulo) Numa época em que a Europa dava os primeiros passos para tornar-se uma sociedade pós-cristã, um intelectual de grosso calibre, cansado do cinismo reinante e do fascínio despertado por novas idéias, resgata o núcleo da fé cristã como arcabouço suficiente para dar sentido à existência humana. Ao contar sua jornada espiritual, G. K. Chesterton faz saber à intelligentsia européia da primeira metade do século XX que o socialismo, o relativismo, o materialismo e o ceticismo estavam longe de responder às questões existenciais mais profundas. E quando questionado sobre as aparentes contradições da fé cristã, Chesterton era um mestre em valer-se do paradoxo para apresentar a simplicidade do senso comum. Seu jeito despojado, seu estilo incisivo e a facilidade de rir de si mesmo tornaram célebres seus debates com intelectuais da época, como George Bernard Shaw, H.G. Wells, Bertrand Russell e Clarence Darrow. Dono de uma pena arguta, sutil e envolvente, Gilbert Keith Chesterton deixou marcas inesquecíveis em mestres da literatura como Hemingway, Borges, García Márquez e T. S. Eliot. Como se não bastasse, seus textos influenciaram decisivamente líderes de movimentos de libertação como Michael Collins (Irlanda), Mahatma Gandhi (Índia) e Martin Luther King (Estados Unidos). Cem anos depois, Ortodoxia é um clássico da literatura que merece (e deve) ser revisitado.

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    Gabriel Duque picture
    Gabriel Duque25/09/2009Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Para sair do conformismo

    O livro consegue mostrar o cerne do pensamento cristão, que a fé não se firma no vazio e que o Deus cristão não criou o intelecto humano para ficar acorrentado. Seja você cristão ou não, deve ler esse livro para descobrir que há razão por traz da "irracionalidade" da fé. Sua linguagem é acessível e bem humorada, não no sentido de fazer piada, mas por permitir perceber a leveza de espírito de Chesterton, que impressionava outros pensadores da época a ponto de receber declarações como "a pessoa mais feliz que já conheci". A sociedade atual é tão ou mais preconceituosa em relação ao cristianismo quanto era no século XIX, só que menos idealista. Embora hoje o comunismo, o anarquismo e outros ismos não estejam na moda, ainda há um rancor para com a religião, baseado em idéias preconceituosas que confundem a mensagem com o mensageiro, que colocam a culpa de todas mortes e destruições provocadas por fanáticos, na bíblia. Leia Ortodoxia em um esforço para abrir a mente e abandonar a visão de cristianismo como um mal absoluto, porque essa é uma idéia que deturpa a visão de quem a carrega. Ironicamente, foi o próprio cristianismo que a introduziu, mas mesmo isso não o torna merecedor desse preconceito. E se você for cristão, leia para saber que o seu Deus quer que você use a cuca, não apenas acreditar por comodismo.

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