"Não tenhas medo da dor se inscreve na linhagem da literatura intimista e confessional, por eleger um ritmo repetitivo e uma forma obsessiva de narrar. Levado à exaustão pelo movimento incessante da busca e da experiência da dor, o texto se nutre do diálogo, que deverá ser lido pelo avesso e sob o signo do desencontro" – Eneida Maria de Souza
