Giroux discute ideias que têm sido desenvolvidas a respeito do conceito de esfera pública e da função política dos intelectuais. Defendendo um ponto de vista em que os educadores radicais precisam construir uma linguagem que considere os professores como intelectuais transformadores, a escola como uma esfera opositora e a pedagogia radical como uma forma de política cultural. Pensando na reestruturação da natureza do trabalho docente, superando a crescente reificação da vida humana geral, a postura do professor como intelectual pode fundamentar uma postura teórica que lute contra esse tipo de imposição ideológica e pedagógica, desvelando a natureza ideológica da teoria e prática educacionais, questionando a função política e pedagógica do intelectual. Enfim, vários pontos são discutidos, desde o multiculturalismo, a linguagem, o poder e as disputas nos espaços hegemônicos, os vários tipos de pedagogias e ações, traz observações de Freire Bakhtin, um livro amplo e bom.