Eficiência - Comodismo - Sonegação - Obsolescência - Interesses Corporativos - Cumulatividade - Fatos e Mitos da Reforma Tributária no Brasil.
Eficiência - Comodismo - Sonegação - Obsolescência - Interesses Corporativos - Cumulatividade - Fatos e Mitos da Reforma Tributária no Brasil.

Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque (São Paulo, 23 de agosto de 1945) é um economista e político brasileiro, conhecido por ser defensor da proposta do imposto único. Marcos Cintra é professor-titular da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP/FGV), onde ingressou mediante concurso público em 1969. É também o idealizador da proposta do imposto único. Em 1997 foi eleito vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas, cargo que ocupa até o momento. Obteve quatro títulos superiores pela Universidade de Harvard (EUA): Bacharel em Economia (B.A cum laude, 1968), Mestre em Planejamento Regional (M.R.P., 1972), Mestre em Economia (M.A., 1974) e Doutor em Economia (Ph.D.,1985). É professor de microeconomia, macroeconomia, finanças públicas, economia agrícola e desenvolvimento econômico nos cursos de Administração de Empresas e de Administração Pública da FGV. Foi chefe do Departamento de Economia da EAESP/FGV entre 1985 e 1987, e diretor da instituição de 1987 a 1991, quando introduziu os cursos de mestrado e doutorado em Economia de Empresas. Carreira literária É autor de diversos livros sobre finanças públicas, teoria econômica e economia agrícola, no Brasil e no exterior. Além de vários artigos técnicos (ver Platafoma Lattes para seu memorial completo)foi a proposta do Imposto Único que o tornou conhecido. Dos trabalhos mais conhecidos são "A Verdade sobre o Imposto Único" (LCTE 2003) e "Bank transactions: pathway to the single tax ideal" editado nos Estados Unidos, também sobre a proposta do imposto único, onde também apresenta uma visão crítica sobre impostos sobre valor agregado (IVA´s. É colunista do caderno Dinheiro da Folha de S.Paulo. É colaborador regular dos jornais Gazeta Mercantil, Correio Braziliense, Valor Econômico, Diário do Comércio e centenas de outros veículos em todo o país. Carreira política Foi vereador de São Paulo entre 1993 e 1997, e secretário do Planejamento, Privatização e Parceria do Município de São Paulo em 1993. Em 1998, foi eleito deputado federal pelo PL de São Paulo, com 132.266 votos, cargo que ocupou de 1999 a 2003. Como parlamentar foi membro das Comissões de Finanças e Tributação e de Reforma Tributária e presidente da Comissão de Economia, Indústria e Comércio. Foi secretário municipal das Finanças de São Bernardo do Campo de 2003 a 2006. Nas eleições de 2008, foi eleito vereador de São Paulo pelo PR, e logo nomeado pelo prefeito Gilberto Kassab, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho. Marcos Cintra apresentou e aprovou em todas as comissões parlamentares competentes da Câmara dos Deputados o projeto do Imposto Único Federal (PEC 474/2001). O projeto acha-se na pauta de votação naquela Casa. Como vereador em S.Paulo foi autor da lei que criou em 1995 os CEPAC´s (Certificado de Potencial Adicional de Construção). O tema foi posteriormente incorporado no Estatuto da Cidade e tornou-se um dos mais importantes e inovadores mecanismos de financiamento de investimentos públicos urbanos, sendo amplamente utilizado na cidade de S.Paulo. Também está sendo implantado em várias outras metrópoles brasileiras, entre elas no Rio de Janeiro. Em fevereiro de 2013, o economista filia-se ao PRB, e assume o comando do partido em São Paulo. Em setembro de 2016 é nomeado para a presidência da Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP.