Na versão de Lou Austin do famoso conto de fadas, Cinderela encontra a felicidade através de sua maturidade e não de exibicionismo vaidoso. Ela é amada pelo príncipe não por seu belo rosto ou pelos vestidos elegantes, mas sim, por sua Luz Interior, sua compreensão madura, sua capacidade de amar; ou, nas palavras de Lou Austin, através de seu GRANDE EU. Isso faz sentido porque, a longo prazo, o que conta é a personalidade. E se a maturidade brilha através dela, sua luz é inconfundível, revelando os verdadeiros poderes interiores. A menos que nas pessoas de todos os níveis e nos líderes mundiais o amor amadurecido do GRANDE EU prepondere sobre as demandas do Pequeno Eu, nós certamente não sobreviveremos por muito tempo. Desta forma, a importância da mensagem de Lou Austin na adaptação de Cinderela reside tanto em sua utilidade pessoal quanto em suas consequências mais amplas. Leon J. Saul, M. D.
