Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores8
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    God's Philosophers - How the Medieval World Laid the Foundations of Modern Science

    James Hannam

    Icon Books Ltd
    2010
    448 páginas
    14h 56m
    ISBN-10: 1848311508
    5
    2 avaliações
    Leram2Lendo2Querem2Relendo2Abandonos0Resenhas2
    Favoritos1Desejados2Avaliaram2

    This is a powerful and a thrilling narrative history revealing the roots of modern science in the medieval world. The adjective 'medieval' has become a synonym for brutality and uncivilized behavior. Yet without the work of medieval scholars there could have been no Galileo, no Newton and no Scientific Revolution. In "God's Philosophers", James Hannam debunks many of the myths about the Middle Ages, showing that medieval people did not think the earth is flat, nor did Columbus 'prove' that it is a sphere; the Inquisition burnt nobody for their science nor was Copernicus afraid of persecution; no Pope tried to ban human dissection or the number zero. "God's Philosophers" is a celebration of the forgotten scientific achievements of the Middle Ages - advances which were often made thanks to, rather than in spite of, the influence of Christianity and Islam. Decisive progress was also made in technology: spectacles and the mechanical clock, for instance, were both invented in thirteenth-century Europe. Charting an epic journey through six centuries of history, "God's Philosophers" brings back to light the discoveries of neglected geniuses like John Buridan, Nicole Oresme and Thomas Bradwardine, as well as putting into context the contributions of more familiar figures like Roger Bacon, William of Ockham and Saint Thomas Aquinas.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Tiago Vinhoza picture
    Tiago Vinhoza22/12/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um passeio pela ciência e filosofia da idade média

    Um livro muito interessante e que me ajudou a me informar a respeito do enorme "buraco" que é o ensino da história medieval. O autor ajuda a desmistificar a imagem de que a Idade Média foi a "idade das trevas" faz um tour pelos filósofos naturais que ajudaram a formar algumas bases para a ciência moderna. O livro cita nomes famosos como São Tomás de Aquino, Alberto Magno, William de Ockham e Roger Bacon mas a leitura fica mais enriquecida ao conhecer diversos personagens fascinantes como, por exemplo, Pedro Aberlado, Adelardo de Bath, os arcebispos de Canterbury Santo Anselmo e Thomas Bradwardine, o filósofo francês Jean Buridan e os filósofos árabes Averróis e Avicena. O livro se sustenta na tese de que após a queda de Roma para os bárbaros no século V, o conhecimento ficou estagnado na Europa devido a uma barreira linguística. Todo o conhecimento em grego ficou para o lado do Imperio Bizantino, enquanto Roma e o ocidente europeu ficou com o latim e as inúmeras línguas dos povos bárbaros. Simplesmente não havia massa crítica para prosseguir. Os séculos foram passando e o conhecimento dos gregos e dos árabes (que tiveram papel importantíssimo) acabaram chegando ao ocidente através da expansão árabe do século VII-VIII. Os primeiros filósofos naturais medievais tiveram acesso a este material e começaram a recuperar o tempo perdido. Neste ponto, a Igreja também ajudou com a fundação das primeiras universidades na Europa e com a tradução e publicação de vários tratados. O livro aponta que a imagem de vilã da Igreja Católica é mais uma obra da propaganda protestante após a Reforma com o objetivo de desgastar a igreja 'rival'. É claro que a Igreja Católica cometeu vários erros durante este período mas é muito interessante ver que desde Santo Agostinho já havia uma tentativa de conciliar o conhecimento da Grécia antiga (principalmente Aristóteles) com a Bíblia. Há uma clara tentativa de cristianizar a ciência de Grécia pagã. O que achei mais interessante é que muita coisa que só ficou famosa com Copérnico, Kepler e Galileu já havia sido pensada séculos antes por muitos dos filósofos medievais que citei antes. Dois exemplos disso são o facto de já se saber que a terra se movia no espaço e de que a teoria de movimento de corpos de Aristóteles estava equivocada. A famosa frase de Newton "Se eu vi mais longe, foi por estar sobre ombros de gigantes." faz todo sentido quando vemos a teoria de Galileu e os vários indícios de que ele bebeu da fonte de conhecimento medieval. Um outro aspecto fascinante do livro é como a Inquisição é vista. O autor diz que é inegável que houve tortura, erros e inflexibilidade. Por outro lado, a Inquisição pode ser vista como um protótipo do "estado de direito" uma vez que até a sua criação não havia a noção de julgamento justo ou de direito de defesa. Foi criada justamente para acabar com um certo barbarismo jurídico. Como o livro cobre um período imenso e vários personagens, as vezes pode-se ter a sensação de que alguma parte pode ter ficado demasiado superficial. Felizmente o livro tem uma bibliografia e uma seção de notas riquíssima. Leitura recomendada.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    5 / 2
    • 5 estrelas100%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%