Vida de imigrante: - histórias que o povo conta

    Patrícia Ruon

    Univali
    2003
    183 páginas
    6h 6m
    ISBN-10: 8586447676
    Português Brasileiro

    Relato cheio de curiosidade e emoção, o livro de Patrícia Ruon traz à cena lembranças de personagens desconhecidos da história de Luís Alves. Um resgate das origens, da vida simples, de um povo que vindo do continente europeu, em um momento de crise, tentou encontrar no Brasil melhores condições de vida. Através de cada história narrada: a esperança de não deixar morrer a cultura, a crença e as tradições de uma comunidade catarinense.

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    Li Purificação07/02/2013Resenhou um livro
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    DESAFIO DESAFIANTE ITEM 1

    Sinopse: Relato cheio de curiosidade e emoção, o livro de Patrícia Ruon traz à cena lembranças de personagens desconhecidos da história de Luís Alves. Um resgate das origens, da vida simples, de um povo que vindo do continente europeu, em um momento de crise, tentou encontrar no Brasil melhores condições de vida. Através de cada história narrada: a esperança de não deixar morrer a cultura, a crença e as tradições de uma comunidade catarinense. Tudo bem, um livro fazer parte deste tema não é muito lisonjeiro, mas dei sorte de ter este em casa, foi muito útil. Ganhei em um dos sorteios mensais do DL 2011, poderia até ter me surpreendido... ...Mas não foi o caso, infelizmente. Não gosto de livro-reportagem, a temática não seria minha primeira opção de leitura, pois não me interesso por saber da vida real alheia (jamais fui curiosa neste aspecto, as vezes até paro para prestar atenção, mas meio minuto depois já não estou mais ali), e não gostei do estilo da autora (o livro veio de uma tese de graduação, explica-se, geralmente TCC não é uma coisa empolgante de ler... Ou pelo menos eu acho isso!), mas até que tem curiosidades interessantes sobre momentos históricos do Brasil, como o nacionalismo da era Vargas, em que os imigrantes eram proibidos de falar na sua língua nativa, ou a 2ª guerra, quando muitos homens registraram crianças só pelo fato de pais de família não serem convocados! Mas fora isso, as histórias são sempre de pessoas vivendo vidinhas normais (mesmo que duras). Claro, para a população local, acho muito válido o trabalho! Ah, sim, gostei muito de saber que Luís Alves é a capital nacional da cachaça! rs

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