Funny Girl

    Nick Hornby

    Penguin
    2015
    352 páginas
    11h 44m
    ISBN-10: 0241965225

    Make them laugh, and they're yours forever . . . It's the swinging 60s and the nation is mesmerized by unlikely comedy star Sophie Straw, the former Blackpool beauty queen who just wants to make people laugh, like her heroine Lucille Ball. Behind the scenes, the cast and crew are having the time of their lives. But when the script begins to get a bit too close to home, and life starts imitating art, they all face a choice. The writers, Tony and Bill, comedy obsessives, each harbour a secret. The Oxbridge-educated director, Dennis, loves his job but hates his marriage. The male star Clive, feels he's destined for better things. And Sophie Straw, who's changed her name and abandoned her old life, must decide whether to keep going, or change the channel. Nick Hornby's new novel is about popular culture, youth and old age, fame, class and teamwork. It offers a wonderfully captivating portrait of youthful exuberance and creativity, and of a period when both were suddenly allowed to flourish. Fans of Hornby will love this book, as will readers of David Nicholls, Mark Haddon and William Boyd.

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    Soraia Sumie14/09/2015Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    A verdade é que se fosse qualquer outro autor eu não estaria tão empolgada em ler este livro. Adoro como o Hornby escreve, principalmente seu senso de humor e já li todos os seus trabalhos de ficção. Mas neste livro nenhuma de suas características estavam presentes. A história se passa na década de 1960, durante o que viria a ser conhecido mais tarde como os “Swinging Sixties” ou “Swinging London”, aquela época de mudança fashion e cultural que ocorreu em Londres. Acompanhamos a trajetória de Barbara – que depois de umas dez páginas adotará seu nome artístico, Sophie Straw - que por ser apaixonada por comédia, sempre sonhou em seguir os passos de sua ídola, Lucille Ball, aquela do seriado I Love Lucy. Barbara é linda e poderia se contentar em ser a Miss Blackpool, título que ela conquista em sua cidade natal, mas na hora da coroação, resolve deixar tudo para trás e ir para Londres seguir o seu sonho. Lá ela conhecerá o restante dos personagens desta história: dois produtores gays, um assumido e outro não. Um diretor vivendo um casamento fracassado. Um ator narcisista e outros personagens menores para “dar liga” na história. Senti que nenhum deles é realmente desenvolvido pelo autor. Não tem uma real evolução e as coisas vão acontecendo meio que do nada. Um personagem se apaixona pela Sophie lá pela metade e não senti química para isso. Ou o fato de lermos o tempo todo o quanto a Sophie é engraçada – vide o título do livro - e não entender bem o motivo. Ele fala, mas não mostra, e acho que é um dos maiores erros que um escritor pode cometer. A impressão que passou é que ele tentou dar muito mais importância para o pano de fundo do que para seus personagens. Ás vezes isso dá muito certo, mas não é o caso aqui. São páginas e páginas falando sobre os programas de TV e rádio populares da época, escritores e diretores reais, peças, lugares, etc. Eu adoro ler sobre a revolução cultural que ocorreu nos anos 60, mas neste livro são coisas muito específicas e só quem realmente viveu aquela época - eem Londres! - irá realmente entender essas referências. Pareceu muito mais um trabalho de pesquisa do que qualquer outra coisa. Acho que ele é um escritor que dá muito mais certo escrevendo sobre assuntos contemporâneos. Na minha visão, é quando ele realmente ganha voz.

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