Walden and Civil Disobedience (Penguin Classics) -

    Henry David Thoreau

    Penguin
    1983
    432 páginas
    14h 24m
    ISBN-13: 9780140390445

    'If a man does not keep pace with his companions, perhaps it is because he hears a different drummer. Let him step to the music he hears, however measured or far away.' Disdainful of America's growing commercialism and industrialism, Henry David Thoreau left Concord, Massachusetts, in 1845 to live in solitude in the woods by Walden Pond. Walden, the classic account of his stay there, conveys at once a naturalist's wonder at the commonplace and a Transcendentalist's yearning for spiritual truth and self-reliance. But even as Thoreau disentangled himself from worldly matters, his solitary musings were often disturbed by his social conscience. 'Civil Disobedience', expressing his antislavery and antiwar sentiments, has influenced nonviolent resistance movements worldwide. Michael Meyer's introduction points out that Walden is not so much an autobiographical study as a 'shining example' of Transcendental individualism. So, too, 'Civil Disobedience' is less a call to political activism than a statement of Thoreau's insistence on living a life of principle.

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    Marcos Augusto02/06/2023Resenhou um livro
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    As duas famosas ações simbólicas de Thoreau, seus dois anos na cabana em Walden Pond e sua noite na prisão por desobediência civil, representam sua promulgação pessoal das doutrinas do Transcendentalismo da Nova Inglaterra, expressas por seu amigo e associado Emerson, entre outros. Em seus escritos, Thoreau estava preocupado principalmente com as possibilidades para a cultura humana fornecidas pelo ambiente natural americano. Ele adaptou ideias extraídas das literaturas românticas da época para estender o libertarianismo e o individualismo americanos além das esferas política e religiosa para as esferas da vida social e pessoal. “A vida que os homens elogiam e consideram bem-sucedida é apenas um tipo.”, Thoreau disse em Walden, onde tembém perguntou, “Por que deveríamos exagerar um tipo em detrimento dos outros?” Em uma sociedade comercial que estava rapidamente se tornando urbana e industrial, ele defendeu o direito à auto cultura, a uma vida individual moldada por princípios internos. Ele exigia liberdade para seguir estilos de vida únicos. Numa sociedade inquieta e em expansão, dedicada à ação prática, demonstrou os usos e valores do lazer, da contemplação, da valorização e convivência harmoniosa com a natureza.

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