Hana é uma colegial e foi convencida a assumir o lugar da irmã mais velha em uma reunião de casamento arranjado com o filho (que já é adulto) do chefe de seu pai. O chefe do pai não percebeu, mas seu filho... Takane, o eventual herdeiro do conglomerado, possui uma personalidade excêntrica e rude até para os padrões de ricaços.
Após a desastrosa apresentação, Takane vai a casa de Hana, pois deseja manter o acordo de miai (casamento arranjado), mas é perceptível que as ações e falas dele não significam o mesmo que ele deseja... Enquanto Hana, muito jovem, além de ter que lidar com o caos que a presença de Takane traz, ainda tem que ir às aulas e fingir normalidade apesar de ele ir buscá-la com limosine e com um arranjo de rosas todos os dias.
Apesar da situação absurda, esse mangá planeja mostrar o relacionamento de uma protagonista insistente, hábitos comuns e empática com uma versão do que é dito ser o ideal do interesse romântico isto é, um rapaz rico e bonito, que faz grandes gestos típicos de um filme romântico, mas que não sabe ser flexível, acredita ser uma versão superior à de todos e possui uma família disfuncional.
A história tem muitos momentos engraçados. Possui um nível de absurdo comum a histórias que envolvem ricaços, mas o desenvolvimento do relacionamento é extremamente envolvente. E os demais personagens recebem destaque, dentro dos limites. Não sou de gostar de romances com uma diferença de idade tão significativa, mas aqui a narrativa se mantém em um território seguro.