A linguagem do cotidiano precisa ser abafada em suas múltiplas ressonâncias, na sua capacidade polissêmica, enrijecendo-se e vitimando-se enquanto atividade de linguagem propriamente dita. Pierre Fédida, ciente desta tendência atual na psicanálise, fruto de suas dificuldades e descaminhos, situa a psicanálise, tal qual a arte, como atividade de linguagem por excelência.
Nome, Figura e Memória - a linguagem na situação psicanalítica
Pierre Fédida
escuta
1992
238 páginas
7h 56m
ISBN-13: 9780000064820
Português Brasileiro
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