Um livro que me surpreendeu. Foi um golpe no minha própria resistência em ler poetas atuais. A produção da Bagaço e os comentários de Suassuna e Assis Brasil foram que me fizeram ler. Um livro excelente, equilibrado e dissidente das poesias sem sabor que têm dominado a poesia brasileira contemporânea. O Tempo é a matriz: um mergulho no passado individual e social. Infância e Tupinambás. Dentro disso, louvor e crítica à poesia e aos poetas. Essas contradições não existem, ao mesmo tempo prevalecem. O poeta não tá muito preocupado com a verdade, isso é bom.