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    El mar de las Sirtes (Colección: Narrativa)

    Julien Gracq

    Galaxia Gutenberg
    1998
    320 páginas
    10h 40m
    ISBN-13: 9788481091694
    Espanhol
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    Esta historia se sitúa en un mundo irreal, entre la autocracia renacentista y los estados recién nacidos en el siglo XIX. El joven protagonista, gracias a su curiosidad, se ve inmerso en el enfrentamiento entre dos potencias territoriales. Sobre el amor, la lucha, la renuncia y la tregua. Julien Gracq posee el raro don de la escritura: las palabras, escogidas con precisión de orfebre, se encastran con magistral perfección en la estructura de las frases y del conjunto; párrafo a párrafo, surge la música, llena de matices, brillante en múltiples caroscuros. Su estilo inconfundible construye en El mar de las Sirtes un relato que parece pertenecer al mundo de los sueños: dos estados ficticios, enfrentados desde hace siglos por motivos que ya no recuerdan, están a punto de renovarse a través del conflicto armado íntimamente deseado por sus habitantes, para los que la lucha se convierte en la única manera de resurgir o resucitar tras una muerte consciente. Galardonada con el premio Goncourt en 1951, El mar de las Sirtes ha sido considerada por la crítica como la obra maestra de su autor, el único que, según André Breton, supo recoger y actualizar la herencia del surrealismo.

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    Louis Poirier

    Julien Gracq (Saint-Florent-le-Vieil, Maine-et-Loire, 27 de Julho de 1910 - Angers, 22 de Dezembro de 2007), de nome verdadeiro Louis Poirier, foi um escritor francês. Um dos autores mais discretos do cenário literário francês, pois considerava que o escritor deve desaparecer por detrás de sua obra. Influenciado pelo romantismo alemão e pelo surrealismo, a obra de Julien Gracq combinava o insólito e o simbolismo fantástico. Antigo aluno da École normale supérieure (promotion 1930), e da École libre des sciences politiques, agrégé d'histoire et de géographie, ele fez uma carreira de professor nos liceus de Quimper, Nantes, Amiens e no liceu Claude-Bernard de Paris do qual se aposentou em 1970. Na Segunda Guerra Mundial foi convocado. Depois da recusa da editora Gallimard, publicou sua primeira obra, Au château d'Argol, com o editor José Corti ao qual permaneceu fiel. André Breton chamou atenção para o romance e contribui para as primeiras notas da crítica literária. Gracq manteve-se próximo à André Breton sem filiar-se ao movimento surrealista. Escreveu em seguida um ensaio intitulado "André Breton, quelques aspects de l'écrivain" em 1948. A descoberta de As falésias de Mármore de Ernst Jünger foi uma verdadeira revelação para Julien Gracq. Em 1951 rejeitou o prémio Goncourt pela sua obra-prima A Costa das Sirtes.

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    Maine-et-Loire, França

    Louis Poirier