Jovem, Incansável, Não Mais Reformado - Buracos negros. Amor. É uma jornada para dentro e fora do calvinismo

    Austin Fischer

    Sal Cultural
    2015
    123 páginas
    4h 6m
    ISBN-13: 9788567383040
    Português Brasileiro

    Será que realmente importa se temos ou não livre-arbítrio? Será que realmente importa se o calvinismo é verdade? E o que você pensa sobre isso, importa? Não e, talvez, sim. Não, isso não importa, porque Deus é quem Ele é, e faz o que Ele faz, independentemente do que pensamos sobre Ele, assim como o sistema solar continua girando sobre o Sol mesmo se estivermos convencidos de que ele gira em torno da Terra. Nossas opiniões sobre Deus não irão mudá-lo, mas elas podem mudar-nos. Então, sim, faz diferença, porque as discussões sobre livre-arbítrio e calvinismo nos confrontam com a, talvez única, questão que realmente importa: quem é Deus? Este é um livro sobre essa questão, um livro sobre Bíblia, buracos negros, amor, soberania, inferno, Jônatas Edwards, John Piper, C. S. Lewis, Karl Barth, e uma menina de casaco vermelho. Você já conhece os argumentos, mas aqui está a história de uma história: Austin Fischer e sua jornada para dentro e fora do calvinismo, em uma viagem rumo ao centro do Universo.

    Resenhas (1)Ver mais
    Álefe picture
    Álefe31/12/2018Resenhou um livro
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    O livro é excelente, mas não saberia fazer uma resenha adequada. O autor conta um pouco do seu testemunho e reflexões de quando era calvinista e o porquê deixou de ser. O título é um trocadilho com um movimento dos EUA que ficou conhecido como: “Jovem, incansável e reformado”. O autor diz que hoje em dia, ele não quer se denominar em nenhuma linha teológica, mas chama sua posição de “teísmo do livre arbítrio” que é o que tem de comum entre todas as tradições cristãs, exceto a calvinista. “Apesar de longe de ser perfeito, o teísmo do livre-arbítrio tem a seriedade de manter a soberania, a glória, a graça e o amor juntos”. Confesso que algumas coisas que o autor falou eu sequer entendi direito. O ponto de maior destaque para mim foi a explicação sobre a teoria da diferença (absurda!) da vontade revelada e oculta de Deus. Ele chega a dizer que isso pode confundir as pessoas da Trindade porque mostra Jesus tendo uma Vontade e o Pai tendo outra. Aquele livro “Reconsiderando a Vontade de Deus” que resenhei ano passado (2017) trata desse assunto, mas de forma muito mal escrita. Com a explicação do autor eu pelo menos entendi o conceito, mas continuo não crendo dessa forma. O autor falando do calvinista: “Você acredita que Deus determina todas as coisas e, contudo, age como se sua vontade não fosse completamente determinada”.

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