The Danish Girl

    David Ebershoff

    Penguin Books
    2001
    270 páginas
    9h 0m
    ISBN-10: B002VFPRXM

    Though the title character of David Ebershoff's debut novel is a transsexual, the book is less concerned with transgender issues than the mysterious and ineffable nature of love. Loosely based on the life of Danish painter Einar Wegener who, in 1931, became the first man to undergo a sex-change operation, The Danish Girl borrows the bare bones of his story as a jumping-off point for an exploration of how Wegener's decisions affected the people around him. Chief among these is his Californian wife, Greta, also a painter, who unwittingly sets her husband's feet on the path to transformation. While trying to finish a portrait of an opera singer who has cancelled a sitting, she asks Einar to stand in for her subject, putting on her dress, stockings, and shoes. The moment silk touches his skin, he is shaken: Einar could concentrate only on the silk dressing his skin, as if it were a bandage. Yes, that was how it felt the first time: the silk was so fine and airy that it felt like a gauze--a balm-soaked gauze lying delicately on healing skin. Even the embarrassment of standing before his wife began to no longer matter, for she was busy painting with a foreign intensity in her face. Einar was beginning to enter a shadowy world of dreams where Anna's dress could belong to anyone, even to him. Greta soon recognizes her husband's affinity for feminine attire, and encourages him not only to dress like a woman, but to take on a woman's persona, as well. "Why don't we call you Lili?" she suggests. What starts out as a harmless game soon evolves into something deeper, and potentially threatening to their marriage. Yet Greta's love proves to be enduring if not immutable. As Einar inexorably transforms, he steps beyond "that small dark space between two people where a marriage exists" and Greta lets him go. Ebershoff does a remarkable job of historical prestidigitation, creating the sights and sounds and smells of 1930s Denmark and making it seem easy. Even more remarkable is his treatment of Greta: he gets inside her head and heart, and renders her in such loving detail that her reactions make perfect sense. Einar is more of a cipher, and ultimately less interesting than his wife. But in the end, this is Greta's book and David Ebershoff has done her proud. The Danish Girl marks a promising fictional debut. --Sheila Bright.

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    Eduarda Demuner15/08/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Faltou aquele algo *a mais*

    Esse nao e um livro facil de resenhar. Minha avaliacao foi de 3 estrelas nao por acha-lo ruim, mas por acha-lo exatamente como o skoob descreve essa nota. É um livro "bom", de fato. Mas para mim nao passou disso. Apesar de todos os aspectos da leitura pessoal, a dificuldade em resenha-lo esta no peso que a historia carrega. Logo, cabe deixar claro que a resenha nada diz sobre a mensagem ou sobre o movimento que a obra representa. Essa sera uma analise unicamente de uma leitura, e apesar de nao ter sido um livro que me marcou de forma significativa (talvez por eu ser uma mulher cis), reconheco a sua enorme importancia, a qual nao deve ser esquecida por aquele que lê. Ao longo de toda a historia nós acompanharemos Einar (ou Lili) e sua esposa Greta em uma jornada de autodescobrimento e desconstrucão. Em alguns momentos esse processo me pareceu ocorrer de forma irrefletida pelos personagens, que em muitos momentos pareciam estar apenas "dancando conforme a musica". Foi uma boa leitura, sem duvidas, dificil nao ser se tratando de uma história como essa. O caso é que, para mim, e isso só diz a respeito da minha experiência, me pareceu um pouco estéril. Ao ler a sinopse esperei um mergulho profundo na intimidade do casal. Após 270 paginas, não me senti nem um pouco mais próxima deles do que eu estava no início da leitura. Permaneceram estranhos para mim. Apesar disso, é um bom livro. Uma coisa que me chamou atencao foi o cuidado do autor nas descricoes de cenario. Algumas pessoas podem se incomodar com isso (leituras descritivas demais) porem eu acho que seja um elemento essencial para que ocorra um mergulho na leitura. As cenas eram todas lindamente descritas. Queria que essa profundidade tivesse sido aproveitada tambem nos conflitos emocionais de Greta e Einar, que permaneceram inexplorados. Esperei em vão um momento de exasperacão, exaltacão ou qualquer coisa do tipo de qualquer um dos dois. Sao narrados muitos anos da vida desses personagens, em situacoes muitas vezes conflituosas. Acho impossivel que eles nao tenham "surtado"de vez em quando. Mas talvez isso tudo seja apenas eu querendo dramatizar o relato, certo?

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