
Lau Siqueira (Jaguarão-RS, 21 de março de 1957) é um poeta brasileiro. Escreve poemas desde a adolescência. Depois de ler "Os Sonhos de José", de Sérgio Antônio Raupp, passou a imitar o protagonista que, coincidentemente, escrevia tudo que sentia. Na década de 70, começou a publicar seus poemas na coluna Do Brik-à-brak da vida, do Jornal Correio do Povo, de Porto Alegre. Publicou seu primeiro livro em 1993: " O Comício das Veias", com o selo da Editora Idéia. Poemas seus e contos de Joana Belarmino. Antes deste, havia participado de antologias como a "Mário Quintana - 1985" (aliás, Quintana, gaúcho como Lau, chegou a ser entrevistado por ele e por Joana Belarmino, em janeiro de 1987). Seguem-se em 1998, "O Guardador de Sorrisos", pela Editora Trema, livro pelo qual o autor recebeu o prêmio Dom Quixote, do Jornal O Capital, de Aracaju-SE; em 2002, "Sem Meias Palavras", de novo pela Editora Ideia; em 2007, Texto Sentido, pela Editora Bagaço, de Recife-PE; em 2011 publicou Poesia Sem Pele, Editora Casa Verde, de Porto Alegre-RS. Seus poemas encontram-se ainda em diversos sites, suplementos, revistas, etc. Também em antologias como "Na Virada do Século - Poesia de Invenção no Brasil" (Editora Landy, 2002), antologia organizada pelos poetas Frederico Barbosa e Cláudio Daniel; Moradas de Orfeu, antologia de poetas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, organizada por Marco Vasquez, (Editora Letras Contemporâneas, 2011); Coletânea de Poesia Gaúcha Contemporânea, organizada por Dilan Camargo (Edição da Assembléia Legislativa do RS, 2013); Poemas que Escolhi para Crianças, antologia de Ruth Rocha (Editora Salamandra, 2013); Bicho de Siete Cabezas - seleción de la poesia brasileña contemporánea, Editora Detodoslosmares, 2014, Córdoba, Argentina. Seus poemas também podem ser encontrados no Livro da Tribo e em outras agendas ou publicações diversas. Possui canções em parceria com Erivan Araúni, Paulo Ró, Kennedy Costa e outros compositores. Desde 1985 o poeta vive na cidade de João Pessoa, capital da Paraíba. Segundo a crítica, ele mantém uma integridade rara, básica, que o torna tão expressivo quanto significativo para a poesia contemporânea. Realiza uma poesia sem máscaras de qualquer espécie.