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    Do Amor aos Filhos

    Plutarco

    Edipro
    2015
    96 páginas
    3h 12m
    ISBN-13: 9788572839068
    Português Brasileiro
    3.8
    15 avaliações
    Leram28Lendo0Querem35Relendo0Abandonos0Resenhas3
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    Do amor aos filhos aborda um tema clássico e, ao mesmo tempo, contemporâneo: os sentimentos de amor entre pais e filhos. Plutarco discute a natureza da relação entre pais e filhos. No seu entendimento, os pais devem desenvolver amor pelos seus filhos, por meio da dedicação e entrega à sua formação. As demonstrações de carinho dos pais aos seus filhos revelam sua humanidade, diferenciando-se dos demais animais. Por tal motivo, os pais devem ter seus filhos não por interesse ou por utilidade, mas por amor; assim, o nascimento dos filhos deve ser visto como uma dádiva, pois os filhos amam naturalmente os seus pais.

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    Caroline Gurgel picture
    Caroline Gurgel27/07/2020Resenhou um livro
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    Em Do amor aos filhos, Plutarco (40 a 120 d.C.) aborda o amor dos pais pelos filhos e compara as relações entre os humanos e os animais. Para Plutarco, não só a educação formal é fundamental na formação dos filhos, mas também o afeto. Uma leitura curtinha, mas cheia de referências a grandes escritores e filósofos. Gostei. “Em geral, o amor aos filhos torna corajosa a covardia, fácil a laboriosa, parcimoniosa a glutonaria..” “Mas a natureza a inclina e a conduz para o amor aos filhos; ainda quente, dolorida e abalada pelas fadigas, não negligencia o recém-nascido, mas presta atenção nele, sorri para ele, e o carrega e o beija, não usufruindo de deleite nem de vantagem, mas recebendo pena e sofrimento.”

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    Lúcio Méstrio Plutarco  profile picture

    Lúcio Méstrio Plutarco

    Plutarco (em grego clássico: Πλούταρχος; transl.: Ploútarkhos, IPA: [plŭːtarkʰos]) ou Lúcio Méstrio Plutarco (em latim: Lucius Mestrius Plutarchus[nota 1] (em grego, Λούκιος Μέστριος Πλούταρχος), ca. 46 d.C. – 120 d.C., foi um historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo médio platônico grego, conhecido principalmente por suas obras Vidas Paralelas e Morália. Pertencente a uma família proeminente, nasceu em Queroneia, na Beócia, a cerca de 30 quilômetros a leste de Delfos. Viajou pela Ásia e pelo Egito, viveu algum tempo em Roma e foi sacerdote de Apolo em Delfos em 95. O seu enorme prestígio valeu-lhe a obtenção de direitos de cidadão em Delfos, Atenas e mesmo em Roma (Mestrius Plutarchus). Estudou matemática e filosofia na Academia de Atenas sob Amônio de Atenas de 66 a 67. Após concluir sua educação, visitou o Egito. A "sabedoria dos egípcios" sempre fascinou os gregos e, neste período, Alexandria, com sua famosa biblioteca, era um importante centro da atividade intelectual grega. O evento mais importante de sua vida, é sem dúvida quando viajou para a Itália e para Roma, onde aprendeu um pouco de latim. Em Roma, pesquisou sobre antiguidades e lecionou filosofia e outros assuntos. Muitas dessas aulas foram depois refeitas por ele em vários pequenos tratados, sobre vários assuntos sob o título de Morália. Em algum momento, Plutarco assumiu cidadania romana. Como evidenciado por seu novo nome, Lúcio Méstrio Plutarco, o seu patrocinador para a cidadania era Lúcio Méstrio Floro, um cônsul romano de quem Plutarco também usou como uma fonte histórica para seu escrito A vida de Oto. Plutarco morreu entre os anos 119 e 120[6] em Delfos. Há uma reconstituição da biografia de Plutarco a partir de seus escritos na Introdução do volume: Plutarco. "Da Malícia de Heródoto" (edição bilíngue). Estudo, tradução e notas de Maria Aparecida de Oliveira Silva. São Paulo: Edusp/Fapesp, 2013. Além de suas funções como sacerdote do Templo de Delfos, Plutarco também foi um magistrado em Queroneia e representou sua pátria em várias missões em países estrangeiros. Plutarco ocupava o cargo de arconte em seu município natal, provavelmente, apenas um projeto anual que, provavelmente, serviu mais de uma vez. Ele ocupou-se com todos os pequenos assuntos da cidade e realizava até as mais humildes tarefas. Os primeiros trabalhos biográficos escritos por Plutarco eram as vidas dos imperadores romanos, de Augusto a Vitélio. Destas, restaram apenas as Vidas de Galba e Otão. Das obras A Vida de Tibério e A Vida de Nero existem apenas fragmentos, fornecidos por Damáscio (A Vida de Tibério, cf. em sua obra Vida de Isidoro) e pelo próprio Plutarco (Vida de Nero, cf. Galba 2.1), respectivamente. Estes primeiras biografias dos imperadores foram provavelmente publicadas sob a Dinastia dos Flávios, ou durante o reinado de Nerva (r. 96–98).

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    Lúcio Méstrio Plutarco