Os softwares da SAP estão presentes nas grandes e médias corporações que criam produtos consumidos por nós diariamente. Isso tudo foi construído ao longo de mais de 30 anos de trabalho, com o apoio de uma linguagem de programação proprietária amplamente utilizada, o ABAP. Por conta de sua longa existência e de um mercado um pouco fechado, o ABAP é visto como uma linguagem velha e antiquada, incapaz de atender os anseios e vontades de programadores mais jovens. Mas será que isso é realmente um fato ou uma constatação baseada puramente no tempo de sua existência? Neste livro, Mauricio Roberto Cruz vai passar por todos os estágios da vida de um programador ABAP: os primeiros passos, funcionamento do mercado, decisões de carreira, discussões sobre tabus, formas de encarar o trabalho e o futuro da linguagem. Com isso, iniciantes poderão iniciar um caminho sem incorporar vícios antigos e profissionais da área poderão repensar a forma como encaram o seu trabalho. O ABAP está em constante evolução. Torne-se um profissional moderno e evolua com ele!
ABAP: O guia de sobrevivência do profissional moderno
Mauricio Roberto Cruz
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Acabei de D-E-V-O-R-A-R esse livro MARAVILHOSO de um tal de Maurício Roberto Cruz, também conhecido como cada do blog abapzombie.com.br. Maravilhoso, faz uma abrangência única e divertida do mercado ABAP, do funcionamento de projetos e de tudo de novo que vem por aí… Segue alguns trechos que me chamaram a atenção: “Se tem uma coisa que eu acho extremamente chata no mundo SAP é que todo mundo é extremamente formal. Parece que essa vida de trabalho em clientes consome a alma das pessoas e, aos poucos, elas tornam-se incapazes de rirem de si mesmas, transformando-se em robozinhos que se preocupam mais com formalidades do que com objetivos e prazer no trabalho.” “É tentador acomodar-se em meio àquilo que você já conhece (o seu mundinho), mas sair constantemente da sua zona de conforto é essencial para manter uma carreira de sucesso.” “O fato irônico é que muitos se comportam como robôs quando criam soluções a partir de cópias de trechos de código, sem fazerem a menor questão de entender o que está por trás daquela classe mágica ou função faz-tudo.” “A dinâmica do SAP e da evolução da linguagem faz com que seja necessário reavaliarmos aquilo que se popularizou como a forma correta, diariamente.” “A realidade dos projetos certamente obrigará você a usar coisas sem saber ompletamente como elas funcionam, mas tenha sempre em mente que, mesmo copiando uma solução de algum outro lugar, a responsabilidade da cópia recém-criada será sempre 100% sua.” “Comentar códigos é uma forma de conversar com alguém que dará manutenção no seu programa, ou até mesmo com o seu eu do futuro.” “Comentários não devem explicar o que o código está fazendo, eles devem mostrar o motivo de aquela lógica existir.” “Agora, imagine que você absorveu todo o turbilhão de informações novas sobre as últimas versões do ABAP e está pronto para aplicar absolutamente tudo. Obviamente, seus programas são criados utilizando ABAP Objects, gerando classes a partir de diagramas elaborados que contemplam claramente os processos requeridos na EF. Diversas novas features da linguagem são implantadas nos seus códigos – daquelas que nem 10% dos seus amigos ABAPers conhecem –, eles procuram seguir diretrizes modernas de programação e abominam o jeito procedural de ser. Na hora de ajustá-los, a primeira reação dos outros desenvolvedores será um misto de espanto e medo. Espanto porque seu código pode parecer ter sido escrito em élfico para alguém que não acompanha com tanto afinco atualizações da linguagem e maneiras extra-SAP de trabalhar; e medo por não saber se uma mísera alteração de um IF naquele programa megaelaborado pode destruir completamente o sistema.” “O último reduto dos ABAPers acaba sendo os fones de ouvido, que nos levam para dentro do nosso “mundinho”. Lá, uma música, rádio ou podcast ajudam a simular uma desconexão com a realidade, aumentando nossa capacidade de focar em montar a lógica de nossas criações. Somos, enfim, capazes de focar nossas mentes na programação.” “ É impossível prever o futuro, mas o posicionamento da SAP em usar o HANA como base do seu novo ERP tende a exigir que o desenvolvedor ABAP domine muito mais tecnologias, além do velho SELECT no LOOP . O desenvolvedor ABAP precisará entender que a linguagem passa a coexistir com outros produtos, e deverá abusar de todas as novas features para potencializar melhores soluções para os usuários.” Incrível e apaixonante… ideal para quem trabalha há anos com SAP e para quem quer começar agora. AMEI. Quem quiser comprar o livro, basta entrar no blog do autor (abapzombie.com), que lá tem um link para a compra do livro.
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