Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições3
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores9
    • Similares26
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Blade Runner 4 - Eye and Talon (GollanczF. SF Masterworks) - Blade Runner 2: The Edge of Human

    Philip K. Dick

    Victor Gollancz, Ltd. / Orion Publishing Group (UK)
    2000
    240 páginas
    8h 0m
    ISBN-10: 1857988671
    3.8
    2 avaliações
    Leram2Lendo4Querem3Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados3Avaliaram2

    Eye and Talon (Blade Runner #4) - [ASIN: B015X585N0] '-' Blade Runner sequel novels series...to continue the Blade Runner storyline started in the 1982 movie. The story follows Iris, a female blade runner, on an assignment to find Tyrell's owl, which seems to have special importance for the Tyrell Corporation and other dubious organizations... === [Wikipedia]: Eye and Talon begins with an "out-take" section, written as a movie script, which describes the scene from the original movie in which Leon is subjected to the Voight-Kampff test. However, in this version, the blade runner performing the test is a woman, and Leon kills her at the end of the test. The section ends with an unknown person commenting "This one didn't work, either; we'll have to try another one.." The story begins with the introduction of Iris, a female blade runner, and the best in her unit. Meyer - her boss - tells her that the Blade Runner Division is in danger; far fewer replicants are coming to Earth, and thus the economic value of the blade runners is dropping, giving the risk of a "reorganisation". Meyer gives Iris the assignment to track down an owl - an extremely rare, real owl, named Scrappy. Iris is skeptical, since if the owl is real (and thus not a replicant) the case seems to be nothing to do with the blade runners, but she accepts the job anyway (...) '.' === Enduring impact of the Blade Runner film on legendary status of Philip K. Dick — written by K. W. Jeter, an award-winning novelist, the author they felt best equipped to take forward the vision of one of the great names in SF, "Blade Runner 4: Eye and Talon" combines the dark imagery, paranoia, tension, and pace of Dick's original novel and the cinematic genius of Ridley Scott in a novel that takes the "Blade Runner" series into a new millennium. "Blade Runner" has become one of the most recognisable and well loved brands in SF and K.W. Jeter has only added to its reputation and impact '.' "Jeter's Blade Runner books combine the spirit of Philip K. Dick's Original with the often brilliant touches found in Jeter's own writing." (The Washington Post) "Jeter is an exhilarating writer who always seems to have another rabbit to pull out of his hat". (The New York Times) "Brain-burning intensity" . . . (Village Voice) [About the Author]: K. W. Jeter is an American science fiction and thriller author known for his literary writing style, dark themes, and complex, paranoid characters. His latest novels are THE KINGDOM OF SHADOWS, set in the sinister & glamorous world of the film industry of the Third Reich, and the Kim Oh Thriller series -- KIM OH 1: REAL DANGEROUS GIRL, KIM OH 2: REAL DANGEROUS JOB and KIM OH 3: REAL DANGEROUS PEOPLE, with more to come. === http://www.sf-encyclopedia.com/entry/jeter_k_w

    Edições (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (26)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Sandro R. Soares picture
    Sandro R. Soares10/07/2018Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Apesar da má recepção quando lançado em 1982, no anos 90 o filme Blade Runner foi revisitado e se transformou em um clássico, assim como o livro Andróides Sonham Com Ovelhas Elétricas? que o inspirou, gerando a pergunta: haveria uma sequência? No cinema, isso só aconteceria em 2017, mas nos livros a sonhada continuação chegou já em 1995. Blade Runner 2 - A Fronteira do Humano se passa em 2020. Deckard ainda não sabe se é humano ou um dos replicantes, seres cuja origem é explorada de maneira um pouco diferente da história original: não seriam fabricados do zero, mas uma espécie de clones tecnológicos e aperfeiçoados com base em protótipos humanos pré-existentes. Apesar da dissonância, isso possibilitou o retorno dos replicantes do filme para a história e é coerente com a época do lançamento do livro: experiências genéticas eram assunto dominante nos anos 90 na ficção - em filmes como GATTACA - e na realidade, quando o mundo assistiu a primeira clonagem de um mamífero a partir de uma célula adulta: a ovelha Dolly. Outro ponto positivo é que o livro resgata também os personagens John Isidore (que está em Andróides Sonham... mas não está no filme) e J. F. Sebastian (que está em Blade Runner, mas não existe no livro original). Essa sequência não foi escrita por Philip K. Dick, falecido antes mesmo da estréia do filme, mas por K. W. Jeter, que curiosamente foi amigo pessoal de Philip em vida e inspirou um dos personagens do seu livro VALIS. Blade Runner 2 - A Fronteira do Humano não é nenhuma maravilha, mas está longe de ser ruim.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 2
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Philip Kindred Dick profile picture

    Philip Kindred Dick

    Philip Kindred Dick, também conhecido pelas iniciais PKD, foi um escritor americano de ficção científica que alterou profundamente este gênero literário. Apesar de ter tido pouco reconhecimento em vida, a adaptação de várias das suas novelas ao cinema acabou por tornar a sua obra conhecida de um vasto público, sendo aclamado tanto pelo público como pela crítica e tornando-se um ícone da contracultura. Sua obra é marcada por fantasmagóricas histórias de paranóia e primam pela originalidade. Explorou em muitas das suas histórias temas como a realidade e a humanidade, utilizando normalmente como personagens pessoas comuns e não heróis galácticos comumente associados a obras do gênero. Sua obra mais conhecida em vida foi <i>O Homem no Castelo Alto</i> (1961), vencedor do Prêmio Hugo de ficção científica. Apesar de ter tido pouco reconhecimento em vida, a adaptação de várias das suas novelas ao cinema acabou por tornar a sua obra conhecida de um vasto público, sendo aclamado tanto pelo público como pela crítica. Filho de um funcionário do governo federal, a sua irmã gémea morreu quase à nascença. Os seus pais divorciaram-se quando Philip contava quatro anos de idade. Acompanhou a mãe na sua mudança para a Califórnia, onde estudou, ingressando na Escola Secundária de Berkeley, onde permaneceu até 1945. Matriculou-se então na Universidade da Califórnia, onde estudou Filosofia e Alemão, abandonando o curso para trabalhar como disc-jockey numa emissora de rádio, mantendo, ao mesmo tempo, uma loja discográfica. Começou a escrever nesta época, publicando o seu primeiro conto de ficção científica na revista Planet Stories. Chegou a terminar alguns romances de índole autobiográfica, mas não conseguiu encontrar quem os editasse. Decidiu portanto dedicar-se inteiramente à ficção científica, convicto de que este género poderia melhor abarcar as suas especulações filosóficas. A sua primeira obra publicada foi Solar Lottery de 1955. A ação da obra decorria no século XXIII, num tempo em que a democracia como forma de eleição foi substituída por uma sistema de loteria que decide as funções dos indivíduos na sociedade. No entanto, vem-se a descobrir que a sorte está viciada. Após o aparecimento de obras como Eye In The Sky de 1956, Dr Futurity de 1960 e Vulcan's Hammer de 1960, Philip K. Dick conseguiu ser reconhecido como escritor, sobretudo com a publicação de The Man In The High Castle (O Homem do Castelo Alto) de 1962. O romance recriava um mundo em que a Alemanha e o Japão haviam vencido a Segunda Guerra Mundial. Por ter mantido relações com o Partido Comunista norte-americano, o escritor foi alvo de cuidadosas investigações por parte do FBI e dos serviços secretos da Força Aérea dos EUA. A visão quase paranóica da realidade que Dick demonstrou em muitos dos seus trabalhos não seria portanto de todo infundada. Inspirando-se em ideias do Budismo, Cabalismo, Gnosticismo e outras doutrinas herméticas, e combinando-as com certos aspectos das novas crenças na parapsicologia, extraterrestres e percepção extra-sensorial, o autor criou mundos alternativos nos quais acabou eventualmente por julgar viver. Consumindo drogas em excesso, alegou ter sido contactado em 1974 por uma inteligência alienígena. PKD explorou em muitas das suas obras temas como a realidade e a humanidade, utilizando normalmente como personagens pessoas comuns e não os normais heróis galácticos de outras obras do gênero. Precursor do gênero cyberpunk, o seu livro Do Androids Dream of Electric Sheep? (Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas?) inspirou o filme Blade Runner que, já perto da sua morte por um AVC (Acidente Vascular Cerebral), serviu como introdução a Hollywood e levou a que outras obras suas fossem adaptadas ao cinema. Os filmes Minority Report: A Nova Lei, O Vingador do Futuro, Screamers: Assassinos Cibernéticos, O Pagamento, Impostor, O Vidente, Os Agentes do Destino e O Homem Duplo, também são baseados em novelas ou contos de Dick.

    162 Livros
    939 Seguidores
    Califórnia, Estados Unidos

    Philip Kindred Dick