Vivian é uma jovem que cresceu em um orfanato, nunca foi adotada. Trabalha em uma editora e essa é uma das formas que encontrou para não se deixar esquecer que sempre sonhou em ser escritora.
Felipe é o seu sonho, não é alguém perfeito, mas o par perfeito pra ela. Sempre que dorme sonha com ele, mas por muito tempo acreditava ser apenas sonho e ao acordar não se lembrava de muita coisa. Sempre sabe como ela se sente, mas não sabe sobre o próprio passado e nem o dela, apesar de sentir que a conhece a muito tempo.
Já Anne é uma garotinha sonhadora, seu melhor amigo sempre foi seu avô Antony, que havia falecido. O avô era escritor e apesar de não escrever sobre fantasia, sobre sonhos, sempre estimulou a neta a sonhar.
Algum tempo após a morte do avô de Anne, ela, a mãe e o padrasto vão até a editora (onde Vivian trabalha) em que Antony publicava pelas livros, para buscar seus pertences e livros.
Antony era o único amigo de Vivian e após presenciar a decepção de Anne por não poder ficar com os livros, Vivian se oferece para guardá-los em seu apartamento até que a garotinha possa ficar com eles. Meio desconfiada e com um certo ciúmes dos pertences do avô, Anne aceita.
Ao chegar em casa, Vivian, ao foguear as páginas dos livros, encontra uma dedicatória de Antony para a filha Helena, mãe de Anne, uma foto dela jovem e grávida. E assim a história começa a se formar o enredo dessa história encantadora.
Por muitas vezes acreditei que esse livro tinha vozes, era como ler um diário que guarda todo o sentir de alguém, mas não era apenas de uma protagonista e mesmo com a mesclagem entre a realidade e a fantasia, a M. Deméter soube torná-lo real. As personagens cresceram ao longo da história e no final fiquei com aquela sensação de que se tivessem mais mil páginas, eu continuaria lendo. Não é só uma ficção fantástica, não é só "mais um livro", é o O Nome do Sonho!