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    O Bem (Ecclesiae de bolso #15) - Questões disputadas sobre a Verdade - Questão 21

    Santo Tomás de Aquino, Santo Tomás de Aquino

    Ecclesiae
    2015
    86 páginas
    2h 52m
    ISBN-13: 9788584910052
    Português Brasileiro
    3.7
    3 avaliações
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    Tomás de Aquino foi um dos grandes libertadores do intelecto humano, já nos disse G. K. Chesterton. E basta olharmos a inumerável quantidade de assuntos tratados pelo Doutor Angélico, desde tomas filosóficos até às mais complexas contemplações teológicas e teremos diante de nós um colossal monumento em honra da inteligência humana. Apresentamos a tradução inédita, do latim para o português, da questão 21 da Quaestiones disputatae De Veritate, O bem, composta por seis artigos. Esta obra é autêntica e data dos três anos do primeiro período de ensino magistral de Tomas em Paris, 1256-1259, onde ele investiga o bem enquanto transcendental do ser, expõe certa relação com os outros transcendentais, desenvolve a noção de ser participativo e dialoga, por fim, com o livro de Agostinho sobre a natureza do bem. O Aquinate também dialoga com a doutrina da participação em platão, mas mantém as essências nas próprias coisas, como em Aristóteles, e em dependência da vontade e da criação de Deus, como no cristianismo. Ele procura refutar certa visão panteísta, quando diz que as coisas não são boas por si mesmas, mas possuem uma bondade criada, distinta da bondade primeira, como dependência participativa. O bem criado não se confunde com a Bondade divina, por isso possui um modo, em função do seu limite, como particular.

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    Santo Tomás de Aquino

    Tomás de Aquino nasceu em Aquino por volta de 1225, de acordo com alguns autores no castelo do pai Conde Landulf de Aquino, localizado em Roccasecca, no mesmo Condado de Aquino (Reino da Sicília, no atual Lácio). Por parte de sua mãe, a condessa Teodora de Theate, Tomás era ligado à dinastia Hohenstaufen do Sacro Império Romano-Germânico.1 O irmão de Landulf, Sinibald, era abade da original abadia beneditina em Monte Cassino. Enquanto os demais filhos da família seguiram uma carreira militar,2 a família pretendida que Tomás seguisse seu tio na abadia.3 Esse era o caminho normal para a carreira do filho mais novo de uma família da nobreza sulista italiana.1 Aos cinco anos, Tomás começou sua instrução inicial em Monte Cassino, mas depois do conflito militar que ocorreu entre o imperador Frederico II e o papa Gregório IX na abadia, no início de 1239, Landulf e Teodora matricularam Tomás na studium generale (universidade), que havia sido criada recentemente por Frederico II em Nápoles.4 Foi lá que Tomás provavelmente foi introduzido nas obras de Aristóteles, Averróis e Maimônides, todos que influenciariam sua filosofia teológica.5 Foi igualmente durante seus estudos em Nápoles que Tomás sofreu a influência de João de São Juliano, um pregador dominicano em Nápoles que fazia parte do esforço ativo intentado pela ordem dominicana para recrutar seguidores devotos.6 Nesta época seu professor de aritmética, geometria, astronomia e música era Pedro de Ibérnia.7 Aos 19 anos, contra a vontade da família, entrou na ordem fundada por Domingos de Gusmão. Estudou filosofia em Nápoles e depois em Paris, onde se dedicou ao ensino e ao estudo de questões filosóficas e teológicas. Estudou teologia em Colônia e, em Paris, tornou-se discípulo de Santo Alberto Magno, que o "descobriu" e se impressionou com a sua inteligência. Por esse tempo foi apelidado de "boi mudo". Dele disse Santo Alberto Magno: "Quando este boi mugir, o mundo inteiro ouvirá o seu mugido." Foi mestre na Universidade de Paris, no reinado de Luís IX.

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    Frosinone, Itália

    Santo Tomás de Aquino