Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores91
    • Similares1

    O Bebedor Nocturno - POEMAS MUDADOS PARA PORTUGUÊS

    Herberto Helder

    Porto Editora
    2015
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9789720047526
    Português
    4
    13 avaliações
    Leram24Lendo3Querem63Relendo1Abandonos0Resenhas3
    Favoritos0Desejados63Avaliaram13

    «As palavras não fazem o homem compreender, é preciso fazer-se homem para entender as palavras.» Poema Zen "Sobre os montes do exílio tua lembrança me enlouquece. O abismo tem sede do abismo: tuas chuvas turbilhonantes caem sempre sobre mim, no fragor das cataratas. Nascia-me de ti um canto tumultuoso, longamente agora esqueço nesta inspiração das lágrimas. - Onde está o Deus vivo? - perguntam-me os frios de coração. E eu pergunto onde está o meu Deus vivo. Que tens, ó minha alma, que estremeces de melancolia? Por quê gemer e não cantar Aquele onde se apoia a tua face?" «Desde os anos 60 que se torna evidente o interesse de Herberto Helder por textos oriundos de determinadas culturas que vieram a sofrer grandes mutações, ou de culturas locais, primitivas e anónimas, e que vieram a ser objecto de colonização. Textos, portanto, onde a tradição está sempre presente e é particularmente preservada, mas também ameaçada. São poemas do Antigo Egipto, da Grécia, poemas Zen, arábico-andaluzes, poesia mexicana do ciclo nauatle, poemas esquimós, indochineses, mas também todo um ciclo de textos sagrados como os Salmos do Velho Testamento ou o Cântico dos Cânticos. Os mais recentes livros mostram o mesmo critério, embora o alarguem substancialmente: os textos vêm-nos da Índia, da Austrália, de África e das Américas. A maioria são textos maias e astecas e textos da tradição oral dos diferentes índios da América do Norte, Central e do Sul, como os Navajos e Comanches ou, no Brasil, os Caxinauás e os Guaranis. […] O interesse de Herberto Helder por estas tradições primitivas, não europeias, advém da maneira peculiar como também ele olha o mundo, nele se insere e convive com a linguagem. Nessas tradições, ele encontra a mesma linguagem ritualística, uma vontade de expressão simbólica semelhante e os mesmos valores humanos inseridos numa cosmogonia poética; também a unidade original de todos os elementos da natureza e a ideia de uma metamorfose contínua (nomeadamente por acção do fogo, através de todas as suas manifestações), assim como a imagem do poeta como mago, possuído por uma força animista da linguagem. Todos estes aspectos estão presentes tanto nos textos a traduzir como na poesia própria.» Maria Etelvina Santos

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (3)Ver mais
    Johann Heyss picture
    Johann Heyss23/12/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Magnífico, misterioso, envolvente

    Um dos livros de poemas mais impressionantes que já li. Os poemas parecem saídos de um tempo antigo e ao mesmo tempo atemporal, as palavras parecem memórias do inconsciente coletivo. Um livro para jamais esquecer.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 13
    • 5 estrelas38%
    • 4 estrelas23%
    • 3 estrelas31%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas8%