Que estranha abominação pôde Proust cometer para atrair a raiva e o desprezo de seus contemporâneos – entre eles Gide, Cocteau e André Germain? É simples: Proust perpetrou o mais fabuloso dos crimes, e esse crime tem um nome: chama-se Albertine. Albertine, ou a escritura feita mulher. Albertine, ou a mulher feita lésbica. Albertine, ou a ronda das mulheres enfim radicalmente penetrada, ao longo do tempo e de mãe para filha, pela graça do que é preciso bem nomear, sim, a heterossexualidade na alma do muito glorioso Marcel Proust.
O sexo de Proust -
Stéphane Zagdanski
Jorge Zahar
1995
96 páginas
3h 12m
ISBN-10: 8571103194
Português Brasileiro
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