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    Grandeza de Coração -

    Rafael Llano Cifuentes

    Quadrante
    2004
    106 páginas
    3h 32m
    ISBN-10: 8574650838
    Português Brasileiro
    4.8
    36 avaliações
    Leram69Lendo12Querem124Relendo0Abandonos1Resenhas5
    Favoritos5Desejados124Avaliaram36

    “O homem ultrapassa infinitamente o próprio homem”, diz significativamente Pascal: ultrapassa infinitamente os horizontes puramente terrenos e os desejos meramente humanos. Quer ser mais e mais e muito mais; precisa de grandes ideais que elevem, comprometam e entusiasmem a personalidade toda. E tudo o que signifique asfixiar essa ânsia no mundo estreito de uns projetos de vida sem grandeza significa ao mesmo tempo amesquinhar o coração, frustrá-lo e envilecê-lo. Numa palavra, torná-lo incapaz de amar. Grandeza de coração fala-nos, pois, de horizontes vastos e amor dilatado. Todo o homem sente essa necessidade de um amor tão grande que seja eterno. Mas... onde buscar e onde encontrar tal amor? Na fonte de todos os amores, que é Deus, esse Deus que se tornou para nós próximo e acessível em Jesus Cristo. Quando Pilatos disse, referindo-se ao Senhor, “Eis o Homem!”, não sabia que estava proclamando: eis o Homem por excelência, o Modelo de todos os homens. Se queremos ter um ideal que valha a pena, temos de pôr os olhos em Cristo, auscultar o seu coração e deixar que passem para o nosso as suas pulsações de magnanimidade e generosidade, de santa indignação, de sede e fome de justiça, de um ilimitado espírito de conquista.

    Edições (3)

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    Resenhas (5)Ver mais
    Lucas Langowski picture
    Lucas Langowski27/06/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Grandeza de coração e de conteúdo

    O livro tem um conteúdo que traz muitas reflexões, sobre como termos a grandeza de coração, sem que tenhamos também a soberba, ou seja, ser grande sendo pequeno, humilde. Claro, sempre trazendo passagens bíblicas e reflexões que endossam o texto. Recomendo muito

    3 curtidas

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    4.8 / 36
    • 5 estrelas75%
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    Rafael Llano Cifuentes profile picture

    Rafael Llano Cifuentes

    Dom Rafael Llano Cifuentes nasceu na Cidade do México, a 18 de fevereiro de 1933. Durante algum tempo de sua infância morou em Cuba e depois se transferiu para a Espanha. Conheceu o Opus Dei em sua juventude na cidade de Madri e pediu admissão como numerário em 1949. Licenciou-se em Direito Civil pela Universidade de Salamanca. Em Roma pôde estar muito próximo do fundador do Opus Dei, São Josemaria Escrivá. É Doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade de São Tomás de Aquino, de Roma. Foi ordenado sacerdote da Prelazia do Opus Dei em 20 de dezembro de 1959. Em 1961 inicia um fecundo trabalho pastoral no Brasil. Em 1975 esteve entre o que inciaram o trabalho do Opus Dei no Rio de Janeiro. Durante esse período dedicou-se com muita vibração ao trabalho entre os jovens, assim como entre pessoas casadas, e ao acompanhamento espiritual de muitos sacerdotes diocesanos[2]. Nomeado Bispo Titular de Mades e Auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro em 4 de abril de 1990, é ordenado Bispo em 29 de junho de 1990, sendo o principal consagrante o cardeal arcebispo Eugênio de Araújo Sales. Adotou como lema: “Omnia traham ad meipsum” (Atrairei a mim todas as coisas). Criador, na Coordenação da Pastoral da Juventude, dos denominados “Encontros Jovem-Rio” que acontecia a cada dois anos em união com o Papa nas Jornadas Mundiais da Juventude. Em 20 de junho de 2004 tornou-se bispo diocesano de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro. Foi professor de Direito Matrimonial no Instituto Superior de Direito Canônico do Rio de Janeiro, e Coordenador da Pastoral Familiar, da Pastoral da Juventude e da Pastoral Universitária da Arquidiocese do Rio de Janeiro. De 2003 a 2007 foi Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da CNBB. Publicou diversas obras de espiritualidade principalmente na área de matrimônio e família. Nomeado Bispo responsável pela Delegação Oficial do Brasil para VI Encontro Mundial do Papa com as Famílias em Maio de 2008. Eleito Membro da Academia Brasileira de Filosofia no dia 4 de setembro de 2008 para a 16ª cadeira antes ocupada por Dom Estevão Tavares Bittencourt. Empossado em 18 de março de 2009. No dia 20 de janeiro de 2010 teve a sua renuncia como Bispo Diocesano de Nova Friburgo aceita pelo Papa Bento XVI, por limite de idade, passando a ser Bispo Emérito da mesma diocese. Em 2007 foi eleito Presidente do Regional Leste-1 da CNBB, cargo que ocupou até maio de 2011. Faleceu no dia 28 de novembro de 2017, aos 84 anos, no centro do Opus Dei onde residia.[3] Foi sepultado no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju, cumprindo o desejo do bispo emérito[4]. Em 2018 foi publicado postumamente o livro "Mar adentro - Memórias", uma memória auto-biográfica de D. Rafael.[5][6]

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    19 Seguidores

    Rafael Llano Cifuentes