Hunger Makes Me a Modern Girl: A Memoir

    Carrie Brownstein

    Riverhead Books
    2015
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-10: B00V47818G

    Before Carrie Brownstein became a music icon, she was a young girl growing up in the Pacific Northwest just as it was becoming the setting for one the most important movements in rock history. Seeking a sense of home and identity, she would discover both while moving from spectator to creator in experiencing the power and mystery of a live performance. With Sleater-Kinney, Brownstein and her bandmates rose to prominence in the burgeoning underground feminist punk-rock movement that would define music and pop culture in the 1990s. They would be cited as “America’s best rock band” by legendary music critic Greil Marcus for their defiant, exuberant brand of punk that resisted labels and limitations, and redefined notions of gender in rock. HUNGER MAKES ME A MODERN GIRL is an intimate and revealing narrative of her escape from a turbulent family life into a world where music was the means toward self-invention, community, and rescue. Along the way, Brownstein chronicles the excitement and contradictions within the era’s flourishing and fiercely independent music subculture, including experiences that sowed the seeds for the observational satire of the popular television series Portlandia years later. With deft, lucid prose Brownstein proves herself as formidable on the page as on the stage. Accessibly raw, honest and heartfelt, this book captures the experience of being a young woman, a born performer and an outsider, and ultimately finding one’s true calling through hard work, courage and the intoxicating power of rock and roll.

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    Larissa Farabello07/05/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Hunger Makes Me A Modern Girl são as memórias de Carrie Browstein enquanto guitarrista e vocalista do Sleater-Kinney. Ela nos dá uma descrição muito honesta tanto da história da banda quanto de sua jornada e crescimento. Longe de serem típicas estrelas do rock, a vida na banda não possuía glamour ou exageros. Nascida em Olympia, na cena riot grrl, a banda foi construída com paixão e trabalho duro, fruto da química entre as três integrantes. As pessoas que fizeram parte de sua vida são descritas com muito carinho. O otimismo e generosidade imensos do Eddie Vedder, o profissionalismo e talento da Janet Weiss, mas principalmente seu relacionamento com a co-fundadora da banda Corin Tucker, demonstrando de forma verdadeira a essência dessa relação e a compatibilidade musical que as uniu em suas composições. Mas de longe a figura mais interessante é a própria Carrie. Com o privilégio da distância dos acontecimentos, ela consegue analisar a si mesma e as próprias decisões enquanto narra como ela destruiu o Sleater-Kinney, banda onde encontrou seu lar e seu propósito. A cada momento decisivo (quando seu pai se assume gay, um término devastador, ou deixar de ser uma banda indie para assinar com uma grande gravadora), ela descreve seu comportamento e toma para si as responsabilidades das quais se esquivou no passado. Com toda a gama de imaturidade e arrependimentos de cada situação, ela está tanto contando sua história quanto fazendo as pazes com ela. Não faltam triunfos e momentos de partir o coração. Vemos ela se agarrar às coisas que dão sentido a sua vida e perdendo isso aos poucos, com a realização do dano sendo percebida de fato somente quando ela se despedaça completamente. Então ela pode parar, olhar ao redor e achar uma saída. Não faz mais sentido colocar a culpa na família, na namorada ou na banda. É a hora de se perguntar porque as coisas terminaram assim. Hora de entender o que poderia ter feito melhor. De decidir o que fazer daqui pra frente. O livro me trouxe um novo peso para as músicas. Para a presença da Carrie na banda. Diversas vezes tive que baixar o livro e refletir. Ou terminei um capítulo com lágrimas no olhos. É poderoso e honesto. Como uma música do Sleater-Kinney.

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