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    Shamati - (Eu ouvi)

    Baal HaSulam

    Laitman Kabbalah Publishers
    2014
    414 páginas
    13h 48m
    ISBN-13: 9781897448106
    Português Brasileiro
    5
    1 avaliação
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    Entre todos os textos e anotações do Rabi Baruch Shalom Halevi Ashlag (o Rabash), havia um caderno especial que ele sempre carregava. Este caderno continha as transcrições de suas conversas com seu pai, o rabino Yehuda Leib Halevi Ashlag (Baal HaSulam), autor do comentário Sulam (Escada) sobre O Livro do Zohar e de muitos outros trabalhos sobre Cabalá. Não se sentindo bem na véspera do Ano Novo judaico, em setembro de 1991, Rabash convocou seu aluno principal e assistente pessoal, Michael Laitman, à sua cabeceira e entregou-lhe o caderno. Na capa lia-se apenas uma palavra, Shamati (Eu ouvi)). Quando ele entregou o caderno lhe disse: "Leve -o e aprender com ele. " Na manhã seguinte, ele morreu nos braços de Laitman, deixando-o e muitos de seus outros alunos sem orientação neste mundo. Comprometidos com o legado deixado por Rabash de espalhar a sabedoria da Cabalá, Laitman publicou o caderno exatamente como foi escrito, mantendo assim os poderes de transformação do texto. Entre todos os livros da Cabalá, o Shamati é uma composição original e atraente, cujo poder persiste por muito tempo após o término da leitura.

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    José Eduardo Glaeser picture
    José Eduardo Glaeser28/06/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    INDISPENSÁVEL PARA ESTUDANTES SÉRIOS DA CHOCHMÁ NISTARÁ (KABBALAH AUTENTICA)!

    Esse maravilhoso livro não é para ser somente lido numa tacada só, é para se lido de maneira degustativa, lenta e meditativa/devocional porque ele te transforma de dentro para fora e mesmo que você mentalmente não compreenda o que está escrito, o seu vaso (kli) vai aumentando a medida que a luz circundante vai sendo atraída para você e a compreensão vai chegando quando você menos espera. E se você lê de novo um mesmo ponto do livro ou o livro outra vez, é como se estivesse lendo pela primeira vez porque você se tornou outra pessoa e o texto "se renova". Amadureci vidas inteiras com a leitura desse livro abençoado do grande santo cabalista do séc. XX, Baal HaSulam (de abençoada memória). Eu o chamo de Zohar contemporâneo tamanho é o poder de transformação contido nele. Que o Kadosh Baruch Hu e Yeshua abençoe a todos!

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    Rabbi Yehuda Leib HaLevi Ashlag profile picture

    Rabbi Yehuda Leib HaLevi Ashlag

    Rabbi Yehuda Leib HaLevi Ashlag (1884-1954) é conhecido como Baal HaSulam pelo seus comentários - Sulam(escada) - sobre o Livro do Zohar. Baal HaSulam dedicou sua vida às interpretações e inovações da sabedoria da Cabala, disseminando-a por Israel e por todo o mundo. Desenvolveu um método especial para o estudo da Cabala, pelo qual, qualquer pessoa pode se aprofundar na amplitude da realidade e conhecer suas raízes e o propósito de sua existência. Baal HaSulam nasceu em Varsóvia, Polonia em setembro de 1884. Com a idade de 19 anos foi ordenado rabino pelos maiores rabinos de Varsóvia e serviu durante 16 anos como um Dayan (Juiz Ortodoxo Judeu) e como professor em Varsóvia. O Mestre de Baal HaSulam foi o Rabbi Yehoshua de Porsov. Em 1921, Baal HaSulam emigrou para Israel e se estabeleceu na Velha Cidade de Jerusalem. A notícia da sua chegada logo se espalhou entre os judeus imigrados da Polonia e ele logo ficou conhecido como uma autoridade em Cabala. Gradualmente, um grupo de estudantes se reuniu em seu entorno, assistindo aulas de cabala logo no início das manhãs. Posteriormente, Baal HaSulam se mudou para Givat Shaul, um novo bairro de Jerusalem, aonde, por muitos anos, serviu como o rabino da comunidade. Baal HaSulam passou os anos de 1926-1928 em Londres. Durante esta estadia em Londres escreveu o comentário sobre A Árvore da Vida - Panim Meirot uMasbirot do Ari, a qual publicou em 1927. Durante sua estadia em Londres, manteve extensivo contacto por meio de correspondências com seus estudantes de Israel, as quais foram reunidas em 1985 em um livro intitulado Igrot Kodesh (Cartas de Santidade). Em 1933 Baal HaSulam publicou os tratados Matam Torah (A Doação da Torá), HaArvut (A Ligação) e HaShalom (A Paz). As duas maiores obras de Baal HaSulam, resultado de anos de trabalho, são o Talmud Esser Sefirot (O Estudo dos Dez Sefirot), um comentário sobre os escritos do Ari, e Persuh HaSulam (O comentário Sulam) sobre o Livro do Zohar. As publicações das 16 partes (em seis volumes) do Talmud Esser Sefirot começaram em 1937. Em 1940 ele publicou Beit Shaar HaKavanot (O Portal das Intenções), com comentários sobre escritos selecionados do Ari. Persuh HaSulam do Zohar foi impresso em 18 volumes, no período de 1945-1953. Mais tarde Baal HaSulam imprimiu mais 3 volumes adicionais contendo comentários sobre O Novo Zohar, cuja publicação foi completada em 1955, depois de sua partida. Em sua Introdução ao Livro do Zohar, Baal HaSulam escreveu o seguinte (item 58): E eu nomeei esse comentário O Sulam (escada), para mostrar que o seu propósito é, assim como o de qualquer escada, caso você tenha um alçapão cheio de bens, tudo o que você precisa para alcançá-lo é apenas uma escada e então toda a riqueza do mundo estará em suas mãos. http://www.kabbalah.info/brazilkab/hasulam_2.htm

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