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    Os mortos não dançam valsa -

    Roberto Drummond

    Objetiva
    2002
    122 páginas
    4h 4m
    ISBN-10: 857302478X
    Português Brasileiro
    3.6
    44 avaliações
    Leram72Lendo1Querem12Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos4Desejados12Avaliaram44

    lu tinha um sonho — conhecer o mar e dançar uma valsa no calçadão de copacabana. pena que a morte não espera que os sonhos se realizem. lu está morta, e seu amante — o misterioso homem de ray-ban— desafia todas as leis para concretizar o último desejo da amada. o misterioso protagonista desta história inicia, então,uma jornada alucinante para levar o corpo da amada até a praia do rio de janeiro. cercado pela polícia, perseguido em todas as estradas que atravessa, ele arrisca a própria vida para que o sonho de lu se realize.

    Resenhas (2)Ver mais
    Edson Rodrigues do Prado picture
    Edson Rodrigues do Prado09/12/2025Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Os Mortos Não Dançam Valsa.

    Pois é gente, era isso e mais um pouco. A história é sobre Lu, a morta precocemente morta. O protagonista principal é a personagem oculta do marido e a única informação que temos a seu respeito é que ele usa(va) um Ray-Ban. O enredo gira em torno de ele conseguir cumprir a promessa que fez a ela nos seus últimos momentos em vida. Vai dar certo ?? vocês vão ter que ler para descobrir.

    14 curtidas

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    3.6 / 44
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas25%
    • 3 estrelas32%
    • 2 estrelas18%
    • 1 estrelas2%
    Roberto Drummond profile picture

    Roberto Drummond

    Roberto Francis Drummond (Ferros, 21 de dezembro de 1939 — Belo Horizonte, 21 de junho de 2002) foi um jornalista e escritor brasileiro. Participou da chamada literatura pop, marcada pela ausência de cerimônias e pela proximidade com o quotidiano. Antes de residir, a partir da adolescência, em Belo Horizonte, a família do escritor viveu em Guanhães, Araxá e Conceição do Mato Dentro. Na capital mineira, inicou no jornalismo na extinta Folha de Minas. Aos 28 anos, passou a dirigir a revista Alterosa, fechada pela Ditadura Militar em 1964. Durante um ano trabalhou no Rio de Janeiro, retornando a Belo Horizonte em 1966, onde passou a escrever colunas esportivas e crônicas. O sucesso na literatura começou com seu primeiro livro, A morte de DJ em Paris, em 1971. Relançado em 1975, bateu recordes de vendas, recebendo o Prêmio Jabuti de autor revelação. Na década de 80, inicia uma nova fase de sua produção literária, com a publicação de Hitler manda lembranças. Seu maior sucesso foi o romance Hilda Furacão, publicado em 1991 e adaptado para a televisão em 1998 numa minissérie de sucesso da Rede Globo. Roberto Drummond também fez um programa esportivo diário na TV Bandeirantes de Belo Horizonte. O escritor era fanático torcedor do Clube Atlético Mineiro e criou para o clube a famosa frase: Se houver uma camisa branca e preta pendurada num varal, o atleticano torce contra o vento. — Roberto Drummond Morreu vítima de problemas cardíacos, no dia da partida entre Brasil e Inglaterra pelas quartas-de-final da Copa do Mundo de 2002. Foi homenageado pela prefeitura de Belo Horizonte com uma estátua de bronze em tamanho real na Praça Diogo de Vasconcelos, na Savassi

    15 Livros
    54 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Roberto Drummond