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    These Vicious Masks (These Vicious Masks #1) -

    Tarun Shanker, Kelly Zekas

    Swoon Reads
    2016
    352 páginas
    11h 44m
    ISBN-10: 1250073898
    4.3
    3 avaliações
    Leram5Lendo0Querem24Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados24Avaliaram3

    England, 1882. Evelyn is bored with society and its expectations. So when her beloved sister, Rose, mysteriously vanishes, she ignores her parents and travels to London to find her, accompanied by the dashing Mr. Kent. But they’re not the only ones looking for Rose. The reclusive, young gentleman Sebastian Braddock is also searching for her, claiming that both sisters have special healing powers. Evelyn is convinced that Sebastian must be mad, until she discovers that his strange tales of extraordinary people are true—and that her sister is in graver danger than she feared.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Carolina Leocadio picture
    Carolina Leocadio15/09/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    <i>These vicious masks </i> traz uma premissa parecida com <i> X-Men</i>. Não acredito que levei tanto tempo para associar essa conversa de pessoas com poderes especiais da sinopse com as histórias em quadrinhos já que é umas das poucas que curto e li. Não é à toa que o livro foi panfletado como uma mistura de Jane Austen e X-Men, mas eu não sabia que a editora tinha feito o marketing em cima disso. Provavelmente quando a editora usou o nome Jane Austen queria indicar que o gênero do livro - romance histórico vitoriano -, mas a personalidade de Evelyn Wyndham casa muito bem com as das protagonistas da clássica romancista inglesa; inclusive da sua mais famosa personagem: Elizabeth Bennet. Eu amo romances históricos - ainda mais vitorianos - ao mesmo tempo que os leio com cautela. Raramente os autores acertam o tom de suas protagonistas. Embora Evelyn seja agradável e eu tenha simpatizado com ela, ela é figurinha repetida desse tipo de gênero: a personagem à frente do tempo, praticamente uma feminista, que menospreza os hábitos femininos padrão casar vem em último lugar na sua lista de prioridades e preocupações e rompe com as regras da sociedade para desespero de seus pais. Aqui Evelyn não tem muito tempo para pensar sobre o que a sociedade espera dela já que sua irmã está desaparecida, mas gostaria que ela - assim como todas as personagens como ela cansadas dos bailes e tardes de chá falando sobre casamento, cavalheiros elegíveis, filhos, tecidos e fitas - percebesse o problema não são as moças atrás de casamento e animadas com bailes. E sim a sociedade patriarcal impor regras tão machistas e limitadoras às mulheres. Que algumas só sigam o bonde não é as diminui em nada. Enfim... Acho que as autoras entregaram um ótimo trabalho do ponto de vista histórico (isso vindo de uma amadora). As etiquetas de comportamento prevaleceram do início ao fim para Evelyn ao invés de serem usadas apenas quando fosse conveniente para a história. Isso significa que as autoras tiveram que pensar um pouquinho mais para contornar o fato de que Evelyn não podia sair sozinha ou frequentar certos lugares, mas deu certo. Eu esperava que o livro fosse se perder pro romance, mas nem acho que teve isso aqui. O que é bom. Sequestro e lunáticos fazendo experimentos em pessoas com poderes não cria clima para romance algum. Ainda bem que as autoras tiveram o discernimento de ver isso. Além de Evelyn e Rose, há uma penca de outros personagens no livro e eu gostei de todos que deveria gostar e desprezei os que foram escrito com essa finalidade mesmo. Não acho que a história demore a engrenar, mas houve um momento em que me perguntei se as autoras tinham mudado de ideia quanto ao fator fantástico, já que mal era mencionado. Mas acontece que a história tem um ritmo suave, quase lento. E haviam elementos a serem apresentados. Bom que as autoras não colocaram a carroça antes dos bois. Talvez por isso esteja animada para ler a sequência. O que este livro mostrou a mim é o quanto fui tola de não tê-lo lido antes.

    2 curtidas

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    Avaliações

    4.3 / 3
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas67%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
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    Tarun Shanker

    Tarun Shanker is a mild-mannered assistant by day and a milder-mannered writer by night currently living in Boston. His idea of paradise is a place where kung-fu movies are projected on clouds, David Bowie’s music fills the air and chai flows freely from fountains. He is the co-author of the These Vicious Masks trilogy with Kelly Zekas. He is represented by Laura Zats of Red Sofa Literary How do you pronounce your name? I pronounce my first name “Ta-Roon” as if it rhymes with the word “maroon.” There’s a more official Indian way of saying it with a bit of a “Tha” sound, but you definitely don’t need to pronounce it that way. Why don’t you have any more frequently asked questions?

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    Tarun Shanker