Blade #01 - A Lâmina do Imortal

    Hiroaki Samura

    JBC
    2015
    448 páginas
    14h 56m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Blade é ambientado no Japão Feudal, na metade da era Tokugawa, 2º ano da era Tenmei (1782). Um ronin, de nome Manji é contratado por um homem para matar todos aqueles que não pagarem impostos. Porém, ao perceber que estava matando inocentes, ele se revolta e mata esse homem e todos os seus 99 guarda-costas. Mas Manji fica gravemente ferido durante a luta e recebe os cuidados de uma monja, que acaba concedendo a ele o “o elixir da imortalidade”. Acontece que ele não pediu por aquilo, e agora terá que fazer um acordo com ela para conseguir recuperar seu “direito de morrer”.

    Resenhas (1)Ver mais
    Tiago picture
    Tiago16/12/2016Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um bom mangá de samurai com qualidade justa

    Blade - A lâmina do imortal é uma ótima leitura, um mangá excepcional. Lançado pela editora JBC em formato big, equivalente a dois volumes do original japonês, conta a história de Manji, um samurai que já matou mais de cem pessoas e foi tornado um imortal. Como forma de expiar seus pecados, Manji agora usa seu corpo imortal e suas várias armas para retalhar mil bandidos. Blade é um mangá grande, quase do tamanho de um livro comum, contando com 448 páginas. Sua leitura é fácil e a arte de Hiroaki Samura é muito bonita e diferenciada, mesclando cenários do Japão feudal com cenas de lutas rabiscadas e imagens meio budistas no momento das finalizações. A edição da JBC está bem feita e o mangá tem alguns extras bem legais como páginas coloridas, um glossário de armas, palavras do autor (duas páginas, já que são dois volumes em um). A capa é cartonada simples, sem adições de verniz localizado ou metalizado, e sinceramente não fizeram a menor falta aqui. A lombada é bicolor, preto e branco, combinado perfeitamente com o protagonista, fica muito bonita com os demais volumes da obra na estante. O miolo é composto de papel offset, mas sua gramatura não é das melhores, só de tocar já sente que é mais fino do que o papel de Vagabond, por exemplo. Mas, no caso de Blade, o papel meio transparente não afetou minha leitura e acho que ficou dentro do limite aceitável. Mais uma história de samurai com boa arte, personagens cativantes e uma qualidade dentro do aceitável, um mangá justo sem ser o melhor e de longe não é o pior. Recomendo Blade - A lâmina do imortal.

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    4.3 / 6
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