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    Bruegel (Basic Art 2.0) - Peasants, Fools, and Demons

    Rose-Marie Hagen, Rainer Hagen

    Taschen
    2015
    96 páginas
    3h 12m
    ISBN-13: 9783836553063
    4.6
    13 avaliações
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    The great Flemish painter Pieter Bruegel the Elder (c. 1526/31-1569) was an astoundingly inventive painter and draftsman, who made his art historical mark with beautiful, evocative landscapes as well as religious subjects, both notable for their vernacular language and attention to everyday, contemporary life. Immersing himself in rural or small-town communities, Bruegel is particularly notable for his depiction of peasant experience and folk culture, earning the artist nickname "Peasant Bruegel." Whether hunters shivering in the snow or a boisterous country fair, Bruegel raised the farming, festivals, gatherings, and games of peasant culture to the status of high art. Bruegel's imposing religious and moral subjects, meanwhile, such as The Triumph of Death and The Tower of Babel are as awestriking and influential today as they were in the 16th century, inspiring contemporary culture from The Lord of the Rings cinematic battle scenes to Don DeLillo's novel Underworld. From the corn harvest to the conversion of Saul, from quaint wedding processions to Christ's road to Calvary, this book brings together the rich range of Bruegel's subjects to introduce his powerful compositions of both biblical and earthly tableaux. About the series Born back in 1985, the Basic Art Series has evolved into the best-selling art book collection ever published. Each book in TASCHEN's Basic Art series features: a detailed chronological summary of the life and oeuvre of the artist, covering his or her cultural and historical importance a concise biography approximately 100 illustrations with explanatory captions

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    Felipe Correia Pimenta picture
    Felipe Correia Pimenta12/09/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A beleza das paisagens e da vida camponesa

    Sabe-se pouco sobre a vida de Pieter Bruegel, mas a genialidade e beleza de seus quadros é indiscutível. Vamos analisar alguns de seus principais quadros. A torre de babel é de um detalhamento assombroso. Podemos ver os operários trabalhando e os guindastes erguendo as pedras da construção, que nos dá uma amostra da tecnologia da época. Brincadeiras de crianças nos mostra como era ser criança na época do renascimento. Ali estão representados diversos brinquedos da época, mas as crianças são pintadas como mini-adultos, como era a visão daquela civilização. Os provérbios holandeses é o seu quadro mais famoso. São mais de 100 provérbios ali representados e pintados como uma técnica que impressiona. Em o triunfo da morte a paisagem é desolada; a morte segue seu caminho levando embora com ela todos os personagens da paisagem. Ninguém consegue escapar dela. No tempo em que Bruegel vivia, a vida era muito instável e a morte poderia vir a qualquer momento. O seu quadro recenseamento em Belém retrata as figuras bíblicas da virgem Maria e São José que passam quase despercebidas. Ao fundo as crianças brincam na neve com um pião e um trenó. Na sua linda pintura os caçadores na neve são exibidas figuras de preto, o que dá um contraste magnífico com o branco da neve. Nessa pintura alguns cientistas puderam ter a prova do início de uma pequena idade do gelo que começou no século XVI. Bruegel foi um grande pintor dos meses e estações do ano. Em a ceifa, podemos ver a colheita do trigo, com alguns homens e mulheres comendo e outros dormindo. O dia está claro e a paisagem exibe tranquilidade. Essa tranquilidade está ausente no seu quadro O Dia Sombrio. O inverno chegou, as nuvens são ameaçadoras e o mar está agitado. A vida camponesa é mostrada em A Ceia de Casamento, que é um dos primeiros quadros que mostram pessoas comuns comendo, o que era evitado nos quadros da época. Bruegel sofreu óbvia influência de Hieronymus Bosch. Nos quadros desses dois artistas a ordem do universo e da natureza são invertidas e nada parece ser o que é. O mundo parece dominado pelo mal, a morte e o Diabo. Em termos de beleza, técnica e originalidade, eu creio que Bosch foi um pintor superior. Esses dois pintores são para quem gosta como eu desse mundo do fim da idade média e seus costumes e mentalidades.

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