O inconsciente é uma hipótese a ser constantemente comprovada, pois a modernidade tende a recalcar sua verdade, não querendo nem saber do desejo que aí se manifesta. Os imperativos da moda, do consumo, do utilitarismo e do capital não deixam lugar para o ínfimo, o desútil, o íntimo, o dever, o ato falho, a falta, a fala. Tudo isso é, no entanto, o verdadeiro capital para o sujeito: a expressão de sua singularidade e de seus nadas. Neste livro, Antonio Quinet introduz o leitor na hipótese do inconsciente através da explicitação dos conceitos e matemas da psicanálise, fundamentados com diversos exemplos extraídos de sua própria clínica.


