Elise I'm obsessed with Aston. He became my addiction the moment I met him at 10 years old. He was my best friend from childhood. He protected me and guided me. I loved him fiercely long before I really understood what love was. We were inseparable. He knew how I felt, and sometimes he would stare at me in ways that made me breathless. But there were boundaries. Lines that couldn't be crossed. Looks that shouldn't be exchanged. Lips that shouldn't be kissed. We weren't supposed to love each other. Not in **that** way. Because, you see, Aston was also my adopted brother... Aston Elise was off-limits, a temptation that cursed my existence with this visceral hunger to have her, possess her, and taste her like she was made for me. I was tormented and on the brink of falling. If I stepped over that boundary, if I gave into my want, I wasn’t sure I could survive the disappointment of my adopted parents. We would all be affected. Our lives wouldn’t be the way it was. That change was irreversible, and the damage would be permanent. It was a scary thought, destroying a foundation and rebuilding it without knowing what it might end up looking like. But my want for her…it sat in the core of me, growing and growing. And want is a dangerous fucking thing. It clouds your judgment, it makes you weak, and I knew…I knew without a doubt, it was only a matter of time before I cracked. Obsession was devotion. Obsession was mania and need. It was a compulsive urge to self-gratify by wanting, and wanting, and wanting ‘til it hurt, ‘til you could feel it there in your bones, gnawing its way deeper within you. Obsession was my craze for Elise. She was my impulse. My…pulse itself. It wasn’t healthy. I knew that. I didn’t fucking care either.
Obsessed
R.J. Lewis
Metade bom, metade ruim
Aqui temos mais um livro com o mote de amor proibido entre meio-irmãos, no caso o mocinho foi adotado pela família da mocinha quando ambos eram crianças, então creio que fica mais plausível a construção do relacionamento, ao longo dos anos. Eu acho que esse é um dos motes que mais gera tensão nos livros de romance, e a primeira parte do livro foi quase perfeita: descobrimento dos sentimentos, primeiro beijo, primeira vez, ciúmes, esconder dos pais/sociedade, aceitação, pensamento no futuro...eu fiquei completamente vidrada no livro, torcendo para eles se acertarem logo, o casal tinha muita química e depois que eles cresceram, o livro girou bastante em torno da tensão sexual. Gostei muito dos protagonistas, ele bem fechado e ela totalmente o oposto, bem vivaz e simpática, e adorei os pais da protagonista! Pra mim o único 'defeito' da primeira parte foi a primeira vez deles, não que a cena tenha sido ruim, porém esperava maisss pimenta sabe, o livro não é muitooo hot, apesar do mocinho ser extremamente másculo ! O final da primeira parte e início da segunda tiveram cenas que cortaram meu coração, chorei muito pela perda de certo personagem, e fiquei muito decepcionada com o mocinho, apesar de entendê-lo, porém achei que ficou com muitas pontas soltas, e situações sem sentido, principalmente quando a autora insere um novo personagem, um médico todo bonitão e simpático, que até agora não entendi o propósito. Também esperava um aprofundamento na parte do mocinho durante esse novo período, deveria ter tido um pov detalhado. Na verdade essa 2° parte nem parecia mais o mesmo livro, os personagens mudaram bastante (com motivo), porém isso fez eu perder o encanto pelo casal/livro :( *SPOILER* : Algo que eu não poderia deixar de citar é o surto com o machado que a mocinha deu kkkk nunca tinha visto cenas assim nos romances que li, realmente a Elise deixou descarregar todas as frustrações na ponta do machado.
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