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    História da Filosofia, vol. 2 - O Estoicismo; O Epicurismo; O Cepticismo; O Eclectismo; O Neoplatonismo; A filosofia patrística; Santo Angotinho

    Nicola Abbagnano

    Editorial Presença
    1999
    156 páginas
    5h 12m
    ISBN-10: 972232506X
    Português
    5.8
    3 avaliações
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    Obra de referência indispensável para o estudo dos nomes mais importantes do pensamento filosófico ao longo da história, esta História da Filosofia, que tem como principal objectivo romper com a anterior historiografia filosófica e recusar as interpretações tendenciosas, surge agora com uma nova apresentação gráfica e com doze volumes apenas. Através de um discurso claro, pedagógico e acessível, este segundo volume incide sobre Escola Peripatética, o Estoicismo, o Epicurismo, o Cepticismo, o Ecletismo, o Neoplatonismo, a Filosofia Patrística, A Gnose e sobre S. Agostinho.

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    Nicola Abbagnano

    Filósofo italiano, nasceu em 1901, em Salerno, Itália, e faleceu em 1990. Foi professor na Universidade de Turim. Considerado um dos representantes do existencialismo italiano. Abbagnano procurou encontrar um princípio último metafísico a partir do qual todas as outras realidades fossem garantidas, sem que, contudo, se reduzissem a um puro racionalismo ou irracionalismo, realismo ou idealismo. O princípio por ele encontrado foi o conceito de "existência". O existente é o possível e a possibilidade é o que se situa entre o ser e o nada. Deste modo, a existência é concebida como problematicidade, na medida em que o homem pode, perante uma determinada situação, optar por se realizar, assumindo a possibilidade de ser, ou seja, desenvolvendo o possível; ou então pode negar essa mesma possibilidade de ser e aproximando-se do não ser. A primeira hipótese é a que encaminha o homem, transcendendo-se a si próprio, na direção do ser e da realização que deve caracterizar a sua existência. A existência é, portanto, um "poder ser" que constitui, em última instância, a própria relação com o ser. À noção de "possibilidade" Abbagnano junta a noção de "dever", que vem a resultar numa ética da possibilidade: estando o homem situado entre o que se pode ser livremente e o que se deve ser.

    17 Livros
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    Campania, Itália

    Nicola Abbagnano